quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Mulheres tendem a ser mais aventureiras na cama que os homens, diz pesquisa


Falar "sacanagem" e ser mais aberto sexualmente parece ser mais natural para as mulheres que para os homens, mostra uma nova pesquisa. Em um estudo realizado por uma marca de preservativos e publicado pelo jornal britânico Daily Mail, mulheres revelaram que, não só gostam mais de experimentar na cama, como também são mais propensas a falar coisas excitantes e dividir suas fantasias com o parceiro que os homens.
O grupo de pessoas pesquisadas era formado em sua totalidade por pessoas em relacionamentos estáveis. A maioria das mulheres, disse preferir transar com as luzes ligadas e em locais diferentes da casa, enquanto os homens se mostraram mais conservadores e menos dispostos a ousar.
A pesquisa mostrou ainda que, ser mais ousado na cama está ligado com a satisfação sexual do casal. Os casais mais "aventureiros" se mostraram mais abertos e com relacionamentos mais duradouros.
Além disso, a intimidade pode ajudar a "prevenir a traição". Enquanto 50% dos casais participantes do estudo disseram assistir pornografia juntos, outros 25% das pessoas afirmaram que o tédio na relação os levou a trair seus parceiros.

Rio: vítima reclamou de cheiro de gás minutos antes de explosão


Uma das vítimas que se feriu gravemente com a explosão no edifício Riqueza, Centro do Rio de Janeiro, telefonou para o namorado minutos antes e reclamou do forte cheiro de gás no prédio. Danielle Cristina Pereira está no centro cirúrgico do Hospital Souza Aguiar com trauma no tórax e fratura nos membros inferiores.
Edvaldo Santos da Silva, 30 anos, disse que Danielle telefonou para ele aproximadamente dois minutos antes da explosão, que ocorreu por volta das 7h, no restaurante Filé Carioca. A parte térrea do prédio ficou completamente destruída.
Três pessoas morreram e 17 ficaram feridas, três delas em estado gravíssimo. Danielle e um homem identificado como Roberto, 30 anos, estão no centro cirúrgico do Souza Aguiar, ele com traumatismo craniano, de tórax e lesão ocular. Egídio Miguel Couto foi levado ao Hospital Miguel Couto com traumatismo craniano.

Dada como morta por agressor, mulher é jogada em terreno baldio


Jéferson Donizeti Leite da Silva, 28 anos, está foragido da polícia depois de tentar matar a ex-companheira Tânia da Silva Gegamo, 26 anos, a socos e pontapés, em Bauru (SP). Segundo a polícia, ele agrediu a mulher porque não aceitava o fim do relacionamento. Além de espancar Tânia, ele tentou o estrangulamento e achou que ela tinha morrido.
Ao perceber que a mulher havia perdido o sentido, Silva resolveu jogá-la em um terreno baldio. Algumas horas mais tarde, Tânia acordou e pediu socorro, sendo atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada para o Pronto Socorro Central (PSC), onde ficou internada para observação. A polícia procura o suspeito.

Catador de sucata encontra criança coberta de formigas em SP

 
Um catador de material reciclável encontrou uma recém-nascida abandonada em um matagal na quarta-feira em Araras, a 153 km de São Paulo. Ele chamou a Policia Militar, que levou o bebê para Santa Casa. Segundo ele contou à polícia, a menina estava enrolada em um pedaço de tecido, vestida com roupas cor-de-rosa e coberta por formigas.
Segundo a Polícia Militar, o catador disse que procurava sucata nas proximidades do 4º Distrito Industrial da cidade, quando escutou o choro do bebê vindo do mato. Ao se aproximar de um monte de terra se assustou em ver a criança no chão se debatendo.
No final da tarde a polícia localizou a mãe, uma jovem de 18 anos que foi ouvida em depoimento no plantão policial. "Ela falou que está muito arrependida", contou a conselheira tutelar Rosangela Zanotti. A jovem disse à polícia que deixou a família há 10 meses em uma cidade na Bahia e veio morar com uma irmã em Araras.
"Ela contou ao delegado que foi estuprada e teve medo de revelar para os pais que estava grávida." Segundo a conselheira tutelar, a mãe deu à luz a criança em um hospital público da cidade na segunda-feira e, após a alta hospitalar, pode ter sofrido uma depressão pós-parto.
O caso vai ser encaminhado ao Ministério Público e acompanhado pelo Conselho Tutelar. A criança está bem de saúde e poderá ser entregue à tia. A mãe não foi detida e será recomendado o seu acompanhamento psicológico. Ela pode ser processada por abandono de incapaz e, se condenada, pode pegar até 3 anos de prisão.