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domingo, 30 de dezembro de 2012

Elas falam: sexo após os 50 dá mais prazer, mas precisa de afeto


Quem pensa que o passar dos anos apaga o fogo das mulheres na cama, pode se enganar. Não dá para generalizar, de que a idade só melhora o sexo e que é possível sentir mais prazer depois dos 50 do que no auge da juventude. Esta é a opinião da psicanalista Irene M., 61 anos. “É um tabu pensar que a pessoa mais velha não quer sexo, não pensa nisso ou não tem sonhos eróticos. O sexo é melhor com a idade, quando se tem mais experiência”, contou. 
 
Divorciada desde os 50 anos, ela já teve vários namorados e não tem dúvida de que suas experiências sexuais da meia-idade foram mais “interessantes” do que as vividas durante a juventude. “Você se conhece melhor, conhece o próprio corpo, do que gosta mais e sabe o que quer do outro. O jovem às vezes tem aquele tesão enorme, mas não sabe o que quer direito”, explicou Irene. 
 
A enfermeira Rose F., 53 anos, também enxerga de forma positiva a vida sexual após os 50. “Para mim não mudou nada, não vi diferença da minha vida de quando tinha 20 anos e agora. Estou em plena forma”, contou. Divorciada, ela está prestes a entrar em um novo casamento e disse que sexo não é um problema. “Hoje, com plena experiência, é melhor do que antes”, comparou.
 
Segundo Rose, quando ela era adolescente não podia obter esclarecimentos sobre relações sexuais com a mãe, era um “tema bloqueado” na época. Por isso, não sabia como funcionava e descobriu aos poucos, na prática. “Quando se é adolescente, não se tem informação, hoje tenho uma vivência maior. A gente aprende coisas diferentes e o prazer é maior do que era antigamente”, explicou. 
 
 
Tesão e afeto

Para outras mulheres, porém, há uma mudança de ritmo na atividade sexual com a idade. É o caso da assessora política Vera P., 53 anos: “é lógico que com 20 ou 30 anos (a vida sexual) é muito mais ativa, depois o fogo diminui. Mas não tive problema com sexo até agora”, contou. Segundo ela, para a transa rolar é preciso ter bastante estímulo, por isso, não acontece com tanta frequência como entre um casal jovem.
 
Um dos segredos, de acordo com Vera, é não cair da rotina. “Arroz com feijão todo dia cansa”, disse. Programas inusitados sempre tendem a esquentar o clima, sugeriu. Principalmente porque depois dos 50 os valores mudam: “a gente vai aprendendo a dar valor a outras coisas além do sexo, como o companheirismo”. 
 
Aenfermeira Pierangela C., 52 anos, que está no segundo casamento, concorda: “o desejo diminui. Quando se é jovem tem muito tesão, depois começam a importar outras coisas, não precisa de tanto sexo, mas mais de afeto e companheirismo”. “Passo bem sem sexo”, acrescentou.  
 
Uma das razões para a falta de desejo por sexo diário, segundo ela, é o cansaço. “Quando você é jovem nada te cansa. Agora, depois do trabalho, quando deita na cama tudo o que quer é dormir, não quer ficar transando”, disse. Pierangela acredita que a mudança começa a ocorrer aos 40 anos. No entanto, ela ressaltou que os homens não passam por esta fase e continuam a querer “sexo todo o tempo”. “É preciso entrar em um acordo”, contou.
 

Antes de começar uma discussão, se faça 6 perguntas


Em momentos de tensão, você pode iniciar uma briga co seu parceiro por quase nada. Para não ser injusta com ele, o site Madame Noire sugere que você se faça seis perguntas. Confira:
1 - "Será que ele está tentando me magoar?"

Algumas atitudes, mesmo que não intencionais, podem chatear. Se ele mantem certos hábitos sem saber que a magoa, vale explicar a ele como este comportamento faz você se sentir.  


2 – "Foi a primeira vez que ele fez isso?"
Muitas vezes, os homens não percebem que alguns dos seus hábitos podem magoar as mulheres. Se você nunca o condenou por esses hábitos, ele tende a continuar com eles. E se você acusá-lo de uma hora pra outra, ele se sentirá injustiçado. Portanto, o avise que você não gosta de tais atitudes, e se elas continuarem mesmo depois de uma conversa, reveja seu relacionamento.


3 – "Eu já fiz isso com ele?"
Antes de acusar alguém, avalie seus atos. Faça uma busca na memória para saber se você já passou por algo similar e então lembre qual foi a atitude da outra pessoa naquela ocasião data. Assim, você não será injusta nem hipócrita.

4 – "Isso pode ser mudado?"
As pessoas têm traços intrínsecos de sua personalidade, que não podem ser mudados. Se você perceber que algumas atitudes que lhe chateiam não podem ser evitadas, mantenha a calma e aprenda a conviver com elas. Caso isso seja insustentável, talvez esteja na hora de avaliar se seu relacionamento vale a pena.

5 - "É a hora certa?"
Antes de iniciar uma discussão, avalie se o local é adequado. Uma conversa séria em um momento inapropriado pode piorar, e muito, as coisas. Evite discutir na frente de amigos, na mesa de jantar em família ou quando ele estiver atrasado para algum compromisso de trabalho.

6 - "A culpa é dele?"
Quando o atual companheiro faz algo que um ex fazia, você tende a relembrar o relacionamento passado. Porém, os atos podem ser os mesmos e as intenções diferentes. Todo mundo tem bagagem emocial, então, cabe a você aprender a conviver com ela.


Acabe com o estresse no fim de ano: veja 9 dicas


A época é para ser de tranquilidade, mas final de ano pode acabar virando motivo de estresse. As festas estão se aproximando, junto com a obrigação das compras de Natal, reuniões familiares e metas a serem atingidas no trabalho. É natural, todo mundo fica pressionado a corresponder as expectativas que envolvem o fim do ano. Por isso, o site Huffington Post listou nove maneiras cientificamente comprovadas para acabar com o estresse. Confira a seguir.
Sem cobrança: não se cobre tanto e aprenda a olhar para os seus erros com compreensão. Estudos mostram que pessoas menos críticas são mais felizes, otimistas, menos deprimidas e mais bem sucedidas. A maioria das pessoas acredita que as cobranças e o perfeccionismo são formas de aprender com os erros, mas reduzir o estresse melhora o desempenho. Dê uma pausa!
Veja por outros ângulos: tudo o que você precisa fazer pode ser visto e pensado de outra maneira. Por exemplo, praticar exercícios pode ser descrito como “ficar saudável” ou “atingir 10 km/h”, depende de como você vê.  Pensando no geral, o trabalho que você faz pode ser energizante e produtivo em vez de estressante. Assim, quando ficar aquela hora extra em um dia de trabalho cansativo, pense como isso vai contribuir para sua carreira e não em frases como “preciso responder e-mail por mais uma hora”.  Isso ajuda a dar pique para continuar.
Acredite em rotina: se alguém pedir para você listar as principais causas de estresse, sem dúvida, os prazos, carga de trabalho e burocracia estarão nesta lista. Isso porque, toda vez em que é preciso tomar uma decisão - seja em uma reunião, contratação de um novo funcionário ou cereais no café da manhã – é criado um estado de tensão mental. A solução é escolher uma hora do dia para tomar todas as decisões possíveis. Programe seu dia. Rotinas simples podem reduzir ansiedade.
Dez minutos livres: não importa o que você vai escolher, tire cinco ou dez minutos diários para fazer o que gosta. Uma pesquisa recente mostrou que o tempo livre, mesmo que em curto período, reabastece a energia para continuar a fazer suas obrigações.
Lista de afazeres: não basta ter apenas uma lista de obrigações, é preciso programar onde e quando realizá-las. Isso evita pendências no final do dia e, consequentemente, deixa o estresse de lado. Planejar é a melhor maneira para ajudá-lo a atingir qualquer objetivo. De acordo com estudos, tudo o que fizer na vida – desde dietas a planilha de trabalho – têm duas vezes mais chances de dar certo se tiver planejamento.
Trabalho é progresso, não perfeição: durante o trabalho, é comum que as pessoas queiram realizar tudo com perfeição e (mesmo que inconscientemente) se comparam a outros funcionários da empresa. Assim, começam a duvidar da própria capacidade quando alguma coisa não sai como planejado, o que cria estresse e ansiedade. Ironicamente, o excesso de preocupação com suas habilidades podem levar ao fracasso. Em vez de querer atingir a perfeição e ser melhor que os outros, foque em fazer progressos. 
“Se”: uma forma de combater o estresse é imaginar situações. Estudos recentes mostram que toda vez em que alguém questiona “e se...?” para alguma situação, ajuda a controlar respostas emocionais para sentimentos de medo, tristeza, cansaço e insegurança.  Basta pensar em um tipo de resposta que você deseja para determinada situação, por exemplo: “se eu tiver muitos e-mails na minha caixa de entrada, vou ficar calmo e relaxado”. Tudo bem, pode parecer estranho, mas funciona.
Relembre suas conquistas: qualquer pequena vitória vai ajudá-lo a ter energia e vontade de continuar. Refletir sobre o que já foi realizado até agora é uma forma de enfrentar os desafios futuros.
Otimismo ou pessimismo: pode parecer estranho, mas o otimismo não funciona para todo mundo. Para algumas pessoas, trabalho se resume a oportunidades de realização, com foco de maximizar ganhos. Por outro lado, outras envolvem o trabalho com segurança e o fato de minimizar perdas, tentando se agarrar o que já foi conquistado. Cada um age de uma forma para alcançar o mesmo objetivo. Você passa a vida atrás de elogios ou cumprindo responsabilidades? É preciso descobrir o que mais funciona com você 

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Casar ou juntar? confira os prós e contras das relações


 Chega um determinado momento da relação em que tanto o homem quanto a mulher sentem a necessidade de dar o segundo passo. A decisão pode implicar em apenas fazer as malas e começar uma vida sob o mesmo teto ou em formalizar a união em um cartório, com ou sem igreja e festa. "Muitas pessoas preferem morar junto e ter uma união estável a casar, porque acham que assim têm mais liberdade", afirmou a tabeliã do cartório de registro civil do distrito de Jaraguá, Monete Hipólito Serra.
De fato, a união estável é transitória, existe enquanto o casal vive junto e se dissolve quando se separa. Os parceiros não precisam morar na mesma casa, basta terem intenção de constituir uma família. Porém, se o intuito de "juntar" for a praticidade, a decepção é certa, segundo Monete. "Para conseguir benefícios conjuntos, como convênio médico, os casados só precisam da certidão de casamento, já os conviventes necessitam cada vez produzir um documento de prova", explicou ela. Pensão do INSS e seguro de vida são outros exemplos.
Ao comprar um imóvel, um casal oficializado já consegue a escritura em nome dos dois, mesmo que apenas um dos parceiros esteja presente no ato da aquisição. Na união estável, porém, é preciso solicitar a inclusão do nome da mulher e do homem como proprietários da casa. "O que a união estável perde para o casamento é na burocracia para provar que ela realmente existe (...). Uma hora o casal precisa de um atestado, outra de uma escritura e às vezes até de testemunhas", enumerou a tabeliã.
 
Filhos
 
Quando um homem e uma mulher são casados, a certidão de nascimento do filho é elaborada com o nome de pai e mãe, pois existe a presunção de paternidade, segundo Monete. Porém, na união estável, se o pai não está presente durante a confecção do documento, a certidão é emitida apenas com o nome da mãe.
Em relação à guarda dos filhos, o estado civil do homem e da mulher não é usado como critério, esclareceu o juiz da 7ª Vara da Família do Fórum João Mendes, João Batista Amorim de Vilhena. "Sempre avaliamos o bem estar da criança, independente se é casado ou não", disse.
 
A separação
 
Atualmente, o documento que oficializa o divórcio fica pronto no mesmo dia da requisição. Mesmo assim, a dissolução de uma união estável é menos burocrática. "Basta parar de conviver", resumiu o juiz. O casal não precisa ir a qualquer lugar para declarar esta separação, diferente do que ocorre com os casados. Se não houver partilha de bens, eles têm que comparecer a um cartório e pagar uma taxa de cerca de R$ 270 para registrar a separação, informou a tabeliã Monete Hipólito Serra.
Outro motivo que atrai casais à união estável é a garantia de não ter que dividir os bens ao término do relacionamento que, infelizmente, é ilusória. "Tanto na união formal quando na informal, o regime da comunhão parcial de bens - em que o patrimônio adquirido durante a relação é dividido em duas partes iguais - é o mais comum", afirmou o juiz.
"Se o homem ou a mulher convivente, no ato da separação, provar que é dependente do outro para sobreviver, ainda tem direito a receber pensão alimentícia, assim como no divórcio", acrescentou Vilhena. As decisões tomadas pela Justiça, em relação aos direitos após o término de uma união estável, são equiparadas às do divórcio, de acordo com Vilhena.
 
Herança
 
Apesar de as leis determinarem direitos parecidos para casados e companheiros informais, na questão "sucessão", o regimento é diferente. Vilhena explica que no caso da morte do companheiro, a mulher precisa provar que mantinha relação estável com o falecido e, mesmo assim, com base no Código Civil, o irmão teria direito a dois terços dos bens e a parceira a apenas um terço.
"Quando existe um casamento, na ausência de filhos, todos os bens do marido ficariam para a esposa", comparou o juiz. No entanto, com vista em corrigir esta diferença, "a jurisprudência sempre procura atribuir a regra do casamento a estes casos, quando há prova da união estável", completou Vilhena. Apesar de a herança não ser garantida por lei ao viúvo ou viúva de uma união estável, as decisões jurídicas tendem a equiparar o julgamento ao que ocorre nos casos de casamento.
 
Relacionamento
 
Não é somente na parte legal que a escolha entre casar e juntar interfere. Pelo menos, o terapeuta de casais Antônio Carlos de Araújo atende pacientes que têm problemas na relação por conta desta "simples decisão". "Um dos dois sempre fica frustrado em apenas morar junto, sente uma mágoa. (...) A cultura e tradição do Brasil é a do casamento, quando isso não acontece, a pessoa se sente diminuída", explicou.
Geralmente, segundo ele, os casais que optam pela união informal têm, em média, 30 anos, 90% são divorciados ou tiveram problemas com relacionamentos anteriores. "Os que moram juntos com 20 e poucos anos não sentem vontade de casar, mas, a maioria das mulheres dos casais de 30 tem esta vontade", disse. Araújo explica que o casamento cria uma atmosfera mais segura e de vínculo. "Se pela lei, na hora de separar, a encrenca é a mesma, eu aconselho casar", concluiu.

Apoio da mulher provoca sensações similares às do sexo no homem


Esfregar os ombros no peito do parceiro, segurar a mão dele ou fazer uma rápida massagem provoca sensações similares às do sexo e chocolate, de acordo com pesquisadores. Segundo o estudo, quando o homem está estressado, doente ou estressado, os toques oferecem conforto. As informações são da Cosmopolitan.
O gesto físico, quando o homem está necessitado, ativa o centro de recompensa do cérebro do homem, provou a pesquisa feita na Universidade da Califórnia-Los Angeles. Ao todo, 20 casais participaram do estudo. Os pesquisadores concluíram que o apoio também pode ter efeitos redutores de estresse.

quinta-feira, 22 de março de 2012

28 sugestões para elevar sua autoestima


Seja positiva

Evite todo e qualquer pensamento negativo, cada vez que identificar um pensamento negativo substitua imediatamente por um positivo. Somente uma postura positiva e otimista é capaz de trazer bem-estar físico e mental.

Enfrente suas sombras

Reconheça seu lado ruim, negativo e faça uma análise do que deseja mudar em você e na sua vida e procure melhorar. Comece mudando sua maneira de se tratar, sendo mais amorosa com você como seria com alguém que ama.

Evite as comparações 

Ficar se comparando com quem quer que seja não o fará se sentir melhor, pois as pessoas são diferentes, possuem necessidades, desejos e históricos de vidas diferentes.

Reconheça seu valor 

Perceba que seu valor enquanto pessoa não pode e nem deve ser baseado na maneira como foi tratada, ainda que isso tenha durado toda sua vida. Não permita mais ser desrespeitada ou maltratada, seja por quem for.

- Não espere que os outros mudem para ser mais feliz. A mais importante mudança é aquela que acontece dentro de você!

Enfrente o medo

É importante lidar e enfrentar o medo que as pessoas ou situações provocam e compreender que a percepção de si mesma está baseada na consequência de fatos que já passaram. Você não pode mudar seu passado, mas pode mudar seu presente.

Evite relacionamentos negativos e/ou pessoas críticas

Receber críticas negativas é pior do que não receber qualquer atenção. Se você convive com alguém que sempre te faz se sentir sem valor algum, afaste-se dessa pessoa.

Identifique suas necessidades 

O que você espera receber dos outros pode ser aquilo que não recebeu quando criança de seus pais. Não espere receber dos outros o que só você mesmo pode se dar. Seja responsável por suas próprias necessidades.

Aprenda com os erros

E com a experiência passada, mas não fique se punindo por ter errado, nem lamentando e muito menos se acomode nas situações. Mude o que deseja!

Valorize sempre suas conquistas e celebre cada uma delas!

Pare de supervalorizar o que o outro tem ou faz e desvalorizar as próprias conquistas.

Invista em você

Faça uma lista de coisas boas que pode fazer por você! E faça todo dia uma delas. Pode ser coisas simples como dançar, ler, descansar, ouvir música, caminhar.

Contato com a natureza
Quando possível, tenha contato com a natureza, ande descalça na terra ou na areia para repor as energias.

Escreva um diário e desabafe tudo nas páginas em branco. Isso ajuda a organizar a mente.

Aprenda a aceitar elogios! E também se faça muitos!

Busque seus sonhos! Pense onde os deixou e vá em busca deles. A cada vitória sua autoconfiança cresce e se fortalece.

Respeite seus limites: aprenda a dizer não sem culpas!

Não queira mudar as pessoas, mas você pode mudar sua reação diante do que te fazem. “As situações não são nada, nossa atitude diante delas é tudo.”

Seja flexível! A rigidez é boa na pedra, não no homem, a ele cabe firmeza, o que é muito diferente.

Respeite sempre seus sentimentos: seja coerente entre o que pensa, sente e age.
Corpo

Se não está contente com seu corpo, mude alguns hábitos, pois se fizer tudo como sempre fez obterá os mesmos resultados.

Identifique suas qualidades e não só os defeitos. Pare de se criticar!

Não se culpe: não julgue situações passadas com valores do presente. Perdoe-se!

Ouça a intuição, pois aumenta a autoconfiança.

Mantenha o diálogo interno, ou seja, converse muito consigo mesma.

Acredite que merece ser amada e é especial.

Ame-se muito!

- Faça psicoterapia. O autoconhecimento obtido através do processo da psicoterapia poderá fazer com que reconheça seus reais valores e liberte-se do complexo de inferioridade que acorrenta e aprisiona.

E acredite acima de tudo em você, isso faz toda a diferença!

Comece tudo isso hoje!

Por que me dou demais nos relacionamentos e estou sempre sozinha?


Provavelmente você deve estar constantemente querendo agradar, buscando aprovação e reconhecimento por tudo que faz. Se faz isso, deve ser com o intuito, ainda que inconsciente, de querer que o outro perceba seu valor, pois você mesma não tem consciência dele. Assim, se doa demais, sem sequer levar em consideração se essa pessoa quer o mesmo que você. 
O que você acha de começar a observar um pouco mais sua relação com as pessoas em geral? 
Talvez consiga descobrir muitas coisas que não percebia. Isso também lhe ajudará a se conhecer um pouco mais, e conforme for se conhecendo, perceberá muitos de seus próprios valores, que até então desconhece. Todo nós queremos ser reconhecidos, mas é preciso observar quando essa necessidade se torna o objetivo principal. 
O autoconhecimento é o mais indicado para se obter relações mais saudáveis com outras pessoas. Comece comprometendo-se em agradar a si mesma, respeitando seus sentimentos e reconhecendo seu valor pela pessoa que você é, só assim sua necessidade em se doar tanto irá diminuir, e com certeza ficará menos sozinha.

domingo, 18 de março de 2012

Quando o relacionamento cai na rotina a responsabilidade é de um ou dos dois?


Ele diz que a relação caiu na rotina e você se sente culpada. Ou pelo menos entende que a responsabilidade é sua. Será? Será que o trabalho de "agitar" a relação cabe só a você? Foi isso que vocês combinaram? Bem... se você aceitou essa tarefa, acho que faltou pensar antes, pois é muito difícil ter que ficar inventando coisas novas o tempo todo para salvar um relacionamento, não é? E ninguém que tenha o mínimo de bom senso exigiria isso de uma namorada.
Assim sendo, podemos pensar que o argumento "a relação caiu na rotina" seja apenas uma justificativa "genérica" não representando o real motivo do afastamento. 
Qual o real motivo então?
Talvez ele precise de mais liberdade do que a relação entre vocês permite; talvez você não peque por ser repetitiva, mas por ser controladora.
Pode ser que ele não acredite nos seus reais sentimentos por ele: você reparou que em seu e-mail a forma como você o descreve muda de um parágrafo para outro? Num primeiro momento você diz: "meu amor acha que caímos na rotina". Logo abaixo refere-se a ele como "essa pessoa me pediu um tempo". Não fica claro o que você sente por ele de fato; de uma frase para outra o " meu amor" vira "essa pessoa". 
Pode ser que essa indefinição na sua forma de sentir crie nele uma sensação de insegurança que o impede de entregar-se plenamente ao relacionamento.
Você diz que está se esforçando para mudar. Mas mudar o quê? 
Será que alguém que promete mudar por desespero, por medo de perder, realmente consegue ser o que não é? Questionável, não?
Assim, parece que o melhor a fazer é pensar sobre o que não está dando certo na relação, sob o seu ponto de vista e, se achar que deixou de cuidar de algum aspecto da relação, tentar esforçar-se para melhorar. Entenda melhorar como cuidar melhor do seu parceiro. Não como mudar seu jeito de ser!
Por outro lado, se ele pediu um tempo, respeite esse pedido, fique por perto mas, tente não ficar insistindo para voltar enquanto ele não estiver preparado para isso. E, caso a relação seja retomada, evite deixar que ele manipule você como se você fosse uma criança que só ganhará o doce comportando-se direito. Num relacionamento maduro e saudável os dois envolvidos devem se empenhar para que a relação dê certo. E se não der, certamente cada um terá sua parcela de responsabilidade.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Saiba como afastar os maiores inimigos de um relacionamento


Não existem fórmulas mágicas para um namoro funcionar, mas se você pode evitar certos problemas que ao longo do tempo podem desgastar um relacionamento, melhor. Confira um pequeno guia das manias que você deve evitar a todo custo.
Estas manias são as maiores inimigas de qualquer namoro ou casamento. Se você conseguir evitá-las desde o começo, terá mais possibilidade de manter a magia com o seu namorado e desfrutar de muitos e muitos anos de paz e muito clima de romance no ar.

1. A televisão

A TV pode ser considerada uma das maiores inimigas do amor. Jantar em frente da telinha e gastar o pouco tempo que vocês têm juntos para ver a novela das oito não favorece em nada a cumplicidade nem faz com que vocês se conheçam melhor.
Entre ficar horas vendo "nada" na televisão e "muita coisa" na cama, o que você prefere? Se é a primeira opção, está na hora de rever o seu relacionamento... além disso, o ideal é que vocês dois conversem, saiam de casa, vão ao cinema, jantem bem e façam programas que os dois gostem.
Uma sugestão é fazer um pacto: vocês só assistirão a programas que interesse a vocês dois de verdade. Caso contrário, o mínimo que farão é alugar um vídeo para ver confortavelmente com a luz apagada e comendo pipoca.

2. Deixar de sair

O cansaço, a preguiça, a rotina... muitas vezes, tudo parece conspirar para que vocês fiquem em casa sem fazer nada do que sair para ir a casa de amigos ou jantar em um bom restaurante? Por que não sair com mais freqüência, com amigos ou só vocês dois?
Com o passar do tempo, os casais tendem a ficar cada vez mais caseiros e "fechados na toca". Embora isso seja bom (porque vocês passam muito tempo juntos), isso também pode querer dizer que a vida social de vocês está cada vez menor. Com isso, vocês têm cada vez menos experiências novas em comum... pense bem: daqui a alguns anos, se você continuar com ele, vai ficar se lembrando "daquela tarde em que ficamos em casa vendo TV"?
Na dúvida, vá ao cinema, ao teatro, a um bom restaurante e siga a agenda cultural de sua cidade. Viajar durante o final de semana também não é nem um pouco uma má idéia, ou é?

3. Falta de tempo

Chegar sempre tarde em casa diminui o tempo que você e o seu namorado têm para se ver e para curtir um ao outro. Além disso, se você trabalha demais, é comum chegar em casa cansada e com os nervos à flor da pele.
Não deixe que o trabalho absorva toda a sua vida, pois isso pode custar o seu namoro com ele. Se você realmente precisa trabalhar tanto, não se esqueça de dar uma telefonada num horário mais folgado do dia, nem que seja na hora do almoço, simplesmente para dizer "oi" ou que está com saudade. Isso pelo menos alivia um pouco o fato de você estar quase sempre indisponível.
Tente, também, sempre separar um tempo para ele. Seja um final de semana que vocês vão viajar para passar o tempo todo curtindo o namoro ou simplesmente um horário da semana em que vocês vão fazer um curso juntos... isso aumenta a cumplicidade e favorece o namoro.

4. Relaxar demais

Não é porque vocês se conhecem muito bem e porque existe muita confiança que você tem que relaxar. Ao recebê-lo de chinelos, com o cabelo desarrumado ou com aquela "roupa furada de ficar em casa" você pode ter certeza de que não está contribuindo para aumentar a magia e o romance do namoro.
Embora seja importante vocês terem confiança um no outro e você saber que ele gosta de você mesmo com bóbis no cabelo, é legal você evitar que ele te veja sempre desarrumada. Confiança e cumplicidade é uma coisa; desleixo, outra.

5. Falta de atenção

É outra grande inimiga do namoro. Não se trata de ficar o dia inteiro fazendo elogios ou comprando presentes, mas mostrar, sempre que possível, o quanto ele está bonito ou se interessar pelas coisas dele.
Novamente, um telefonema por dia demonstra interesse e atenção... participe da vida dele e o ajude (ou ao menos o ouça) com o que você puder. Afinal, se você não quer nem saber da vida dele, por que está namorando?


6. Ciúme excessivo

Fazer interrogatórios dignos de filmes policiais ou organizar "tocaias" para saber se ele está te traindo não é exatamente a melhor forma de dizer "eu te amo". Lembre-se que o relacionamento está baseado na confiança, e que ela tem que ser recíproca.
Se ele te dá motivo para desconfiar de alguma coisa, repense o relacionameto e converse. Mas, se não, evite aquelas cenas de ciúme dignas de novela e demonstre que você realmente confia nele da mesma forma que ele confia em você.

7. Abstinência sexual

A vida sexual é importante dentro de um relacionamento. Mesmo que o desejo diminua com o tempo, saiba que não é normal ele simplesmente acabar. A vontade e a paixão têm que se renovar constantemente.
Nesta área, sempre inove. Converse abertamente com ele sobre as fantasias que ele têm na cama e sobre as que você quer realizar também. O importante é não cair na "mesmice", em que o sexo pode parecer obrigação. Isso é ruim para ele - e, claro, para você.

8. Política Familiar

É ótimo ter boas relações com a família do seu namorado e estar presente nos eventos importantes. Mas não abuse. Nem você nem ele precisam ir em todos os acontecimentos familiares - sejam da sua família ou da dele - nem mesmo estar sempre juntos nestas ocasiões.
Nestas horas, é bom entender os limites que cada um tem e só "requisitar a presença" do amado em eventos realmente importantes. Isso significa que, para passar o sábado à tarde com a sua tia-avó todo final de semana, o ideal é ir sozinha e deixá-lo jogando bola com os amigos.

9. Falta de projetos

Manter um namoro não é só enfrentar o dia-a-dia. É preciso construir algo juntos, desde coisas a curto prazo, como uma viagem juntos, um curso que vão fazer etc, a projetos mais ambiciosos, como morar juntos, casar, talvez um filho, uma casa...
Converse mais com ele sobre o futuro, para vocês terem uma idéia do que cada um quer no relacionamento. Só que, claro, sempre com bom senso: não vá perguntar no segundo mês de namoro que nome ele prefere para a segunda filha que vocês terão.

10. O silêncio

A falta de diálogo é a pior coisa que pode acontecer entre você e ele. Lembre-se: para se estar em um relacionamento é necessário haver troca. Os dois têm que falar e os dois têm que escutar. Se isso não ocorre, vocês precisam fazer um esforço e conseguir, nem que seja com ajuda de um terapeuta.
O silêncio é, em geral, a maior causa da perda de interesse de um pelo outro. Com isso, vocês acabam simplesmente cumprindo a rotina sem mais ligar para a outra pessoa... isso mata, aos poucos, o relacionamento e o amor.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Qual o sentido de compartilhar segredos online?


Existe um sentido em tudo que falamos, seja numa conversa verbal ou por escrito. Portanto, qual seria o diferencial em compartilhar uma fala de maneira anônima? PostSecret propicia uma integração incomum entre arte e depoimento confessional, pois são compartilhados publicamente aspectos privados, por meio de cartões postais delicadamente feitos à mão.
Ao enviarem seus segredos pelo correio, as pessoas relatam que se sentem aceitas e integradas de alguma forma, pois estão fazendo parte de um grupo. No site PostSecret, existe a possibilidade de enviar comentários a Warren, os quais ele modera e inclui aqueles que acha relevantes. Já no aplicativo, é possível comentar e inclusive responder com outro segredo diretamente à confidência postada. Parece que as pessoas acabam encontrando uma nova forma de interagir nesse universo do anonimato. É possível selecionar qual o país, a cidade e até mesmo o bairro (ou local específico) de onde o segredo está sendo enviado. Portanto, a obscuridade das informações é relativa.
Um aspecto que aparece muito nos segredos compartilhados via PostSecret é a dúvida se existe mais alguém no planeta que possa compreender aquele sentimento ou informação. E o curioso é que há sempre uma resposta, direta ou indireta, para o que é postado. É similar aos aspectos de uma terapia grupal no momento em que permite que apareçam as perspectivas individuais dentro das postagens, mas ainda com um viés que também permite uma identificação com o outro e seu mundo. É necessário a um só tempo compreender a nós mesmos e entender por qual ângulo estamos nos enxergando, e olhar para o outro em concomitância.
Esperança, otimismo e humor são algumas características que por vezes precedem os envios dos segredos. Em outros momentos, sucedem a confissão, pela reflexão que provocam. Os usuários comentam ocasionalmente que somente o ato de preparar o cartão já é terapêutico. Por outro lado, com o surgimento do aplicativo para telefone celular, fica a pergunta: será que ao compartilhar um segredo, ainda que com uma necessidade mínima de elaboração, não fica banalizado o sentido original do que Warren pretendia? O trabalho manual e psíquico de preparar e enviar o cartão, além da coragem requerida para isso, não serão substituídos pelo entusiasmo da contemporaneidade?
Quem usa o aplicativo pode ver que a cada minuto são compartilhados centenas de novos segredos. A facilidade de acesso propicia menor reflexão sobre o que se posta, além do fato de muitas pessoas simplesmente não seguirem a proposta básica, que é pensar numa frase acompanhada de uma imagem. Muitos enviam apenas um texto com uma imagem preta atrás, pois o ato de falar sobrepõe a arte e uma reflexão mais cuidadosa. A verdade é que existe uma semelhança do uso que tem sido feito desse aplicativo com uma integração de Twitter e Instagram, no sentido da quantidade de postagens muitas vezes pouco meditadas.
Porém nem tudo está perdido. Enquanto humanos, nossa capacidade de relacionamento é o que permite o encontro de sentido para nossa existência, então ao falarmos sobre algo que nos atinge, estamos nos autorizando a viver aquele sentimento de outra maneira. Não sabemos de antemão qual vai ser a reação do leitor da nossa postagem, além da possibilidade de nos surpreendermos com comentários sobre outras maneiras de enxergar aquela situação. Afinal, o outro não deixa de ser um espelho de nós mesmos, além de mostrar um viés que só ele é capaz de ver, pois o contato de cada ser humano com o mundo é único. Isso é o que nos torna especiais e indispensáveis no universo das relações, anônimas ou não.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Baixa autoestima e insegurança podem atrapalhar a folia e o relacionamento


O clima de permissividade no Carnaval faz com que essas pessoas se sintam ameaçadas, por isso evitam a exposição. Lembre-se que timidez e baixa autoestima têm raiz na insegurança, tanto com relação à aceitação como ao receio da rejeição do outro. Homens e mulheres, hétero ou homossexuais - podem sentir-se ameaçados, se seus parceiros forem paquerados ou se estiverem alegres e envolvidos com o clima do Carnaval. Muitos querem forçar o parceiro a ir junto ou ainda ameaçam ir sozinho. Mas isso pode gerar mágoas. A melhor forma de investir na relação e no crescimento do outro é conversar e incentivá-lo, quem sabe, a buscar ajuda numa terapia. Mas esse é um caminho para depois do Carnaval. E agora, como fazer para curtir um bom Carnaval a dois? Se você prefere assistir aos desfiles das escolas de samba na sua casa, aproveite para criar um clima carnavalesco. Dê vazão às fantasias que podem apimentar o sexo. Esse é o período em que elas são bem aceitas por fazerem parte do roteiro de Carnaval.
Aproveite para comprar, alugar ou usar uma fantasia picante, vale tudo: doméstica, colegial, diabinha, coelhinha, use aquele espartilho, incremente-o com uma cinta-liga, uma flor e uma máscara nos olhos; ou estilize sua fantasia de globeleza com um belo sapato de salto, um fio dental e muito gel com glitter.
Ele pode fantasiar-se de malandro, policial, bombeiro, xeque árabe, executivo de sunga com gravata... Camisinhas coloridas podem ser atrativas em um corpo coberto de gel e glitter.
O que vale é a criatividade para trazer alegria, descontração e um clima de sedução para a vida a dois.
Seja qual for sua ‘festinha’, não dispense o uso de camisinha. Bom Carnaval!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Razões pelas quais mulheres acima de 40 têm uma melhor vida sexual


Existem diversas razões pelas quais mulheres acima dos 40 têm uma vida sexual melhor.
  1. Mulheres com mais de 40 anos são mais confiantes sobre sua aparência
    Qualquer mulher que já tenha passado pela adolescência e juventude confirmará que, ironicamente, quando eram jovens, magras sem rugas ou celulites, eram extremamente inseguras. Com a idade, mesmo se seus corpos não se enquadrem mais no “padrão de beleza” promovido pelo Mercado, elas se tornam mais confortáveis em sua própria pele.
  2. Mulheres com mais de 40 anos são mais confiantes sexualmente
    Porque mulheres acima dos 40 também são mais confiantes na cama. Elas não tem medo de dizer o que gostam ou o que não gostam.
  3. Mulheres mais velhas são mais experientes
    Mulheres com mais de 40 anos já tiveram tempo para descobrir o que funciona e o que não funciona – para elas mesmas e para seus parceiros também.
  4. Mulheres acima dos 40 que estão felizes em relacionamentos longos
    Enquanto jovens mulheres geralmente estão insatisfeitas em seus relacionamentos, sempre pensando se existe algo melhor lá fora, mulheres com mais de 40 que estão em relacionamentos longos geralmente estão felizes, tranquilas e satisfeitas com seus parceiros.
  5. Mulheres solteiras com mais de 40 descobrem novos prazeres no sexo.
    Com a chegada da crise da meia idade, mulheres acima dos 40 geralmente reavaliam seus relacionamentos. Se elas terminam uma relação, elas tendem a ter idéias bem específicas do que esperam de um homem em uma próxima relação. Isto pode incluir estes novos prazeres recém descobertos.
  6. Mulheres acima dos 40 podem finalmente aproveitar sexo
    O prazer com o sexo pode ser influenciado por questões relacionadas à fertilidade. Mulheres na adolecência ou com 20 e poucos anos devem pensar em métodos contraceptivos, previnindo assim, uma gravidez indesejada. Muitas mulheres nos seus 30, estão preocupadas em engravidar, ou como criar e cuidar de seus filhos. Mulheres com seus 40 anos, podem simplesmente aproveitar e não pensar em nenhum destes assuntos. Ou já são mães de filhos um pouco mais crescidos ou simplesmente decidiram não ter filhos, então podem aproveitar o quanto desejarem.

Dez razões para um relacionamento chegar ao fim



Contar sempre a verdade ao parceiro ou não discutir sobre as crenças do outro podem te ajudar a manter um namoro ou casamento mais feliz. Mas caia na real, se é você quem passa por algum dos problemas citados abaixo, tome uma atitude para mudar o que te incomoda.

1 – Verdade sempre
Um dia conta uma mentirinha pra um amigo aqui, depois inventa uma história pra família e por aí vai. Se você construiu uma teia de mentiras para a sua família, colegas de trabalho, e vários grupos de amigos, não se surpreenda se o parceiro comece a desconfiar de você.

2 – Cuidado com o ciúme
Todo mundo sabe que ciúme estraga qualquer relacionamento. Não implique se ele sair com uma amiga antiga ou de ele falar de outra mulher. É hora de ter confiança no companheiro.

3 – Respeite o parceiro
Se você não tem religião, mas ele sim, respeite a escolha do companheiro. Evite discutir com ele sobre os prós e contras de cada crença e aprenda a conviver com as diferenças.

4 – Família em primeiro lugar
Você deve ter escutado o velho ditado, ‘Você não se casa apenas com a pessoa. Você se casa com a família’. E isso é verdade. Quando estamos avaliando um parceiro perfeito, inevitavelmente a família da pessoa desempenha parte importante. Pode parecer duro, mas se sua família é intrusiva, dominadora, seu companheiro pode simplesmente decidir que não pode lidar com isso.

5 – Você quer casar, mas ele não
A clássica história, você já está há um tempo com ele, mas enquanto você faz mil planos para o futuro, ele fica calado. Pode ter certeza ou ele vai pular fora do relacionamento ou está na hora de você ir atrás de um novo parceiro.

6 – Ele conheceu outra pessoa
Essa é uma das maneiras mais dolorosas de levar o fora de alguém. Um dia vocês estão apaixonados, vivendo um grande romance e de repente chega a notícia: ele quer se separar porque conheceu outra pessoa. Tudo o que você pode fazer é dizer: “você perdeu”, e seguir em frente de cabeça erguida.

7 – Paixão rápida
Muitos relacionamentos não duram a longo prazo. Você conhece alguém, mas não há química, e então acaba. Não era o verdadeiro amor em primeiro lugar. É uma experiência de aprendizagem.

8 – Namoro a longa distância
O amor de longa distância funciona para alguns – mas não para todos. A maioria precisa realmente gastar tempo e energia com a outra pessoa para que os sentimentos se fortaleçam.

9 – Assuntos Financeiros
A triste realidade é que o dinheiro é a praga de muitos casais. É difícil funcionar quando alguém está fora do trabalho, lutando apenas para pagar as contas, ou trabalhando em dois empregos para sobreviver. O estresse colocado em um relacionamento pode ser demais para lidar com eles. A comunicação desempenha um papel crucial para quem está nessa situação.

10 – Problemas emocionais
Costuma-se dizer que leva cerca de seis meses para realmente conhecer uma pessoa. Isso é muitas vezes verdade, e quando é revelado que alguém tem sérios problemas emocionais (como raiva, controle, ciúme, ou uma instabilidade de algum tipo), muitos irão optar por sair dessa situação.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Faça o possível, isso já é muito


O que seria de nosso mundo sem a beleza? Sem aquelas coisas que nos tocam a alma, sem a inspiração que recebemos daqueles que mergulham dentro de si mesmos e saem de lá com um tesouro em mãos, esse tesouro que compartilham conosco, amenizando a secura de nossas vidas?
Pensando nisso, me ocorreu escrever e dizer a você, que me lê neste exato momento, que, assim como aquelas pessoas iluminadas que você tanto admira, existe, agora mesmo, um tesouro esperando para ser descoberto.
Onde? No seu íntimo!
Não é preciso ter nome famoso, a esperteza da raposa dourada ou a pena sagrada de uma rara espécie de pavão para que você faça diferença neste mundo. Cada um de nós tem algo muito precioso e especial a compartilhar com a humanidade. Acredite, você também!
Muitas vezes desqualificamos a nós mesmos, como se fosse necessário ser uma espécie de semideus para criar algo de significativo. Não é verdade!
Todas as pessoas que você admira, famosas ou não, são apenas... humanas. Não há nada nelas que não exista em você. A não ser, talvez, a coragem de arriscar. A leveza de se lançar, de brincar, de expressar a si mesma.
Se você esperar atingir a perfeição para só então revelar seu potencial, talvez acabe por perder a chance de manifestar a beleza do seu ser. Seria um desperdício! Não é preciso ser perfeito para tornar o mundo um lugar melhor, acredite.
Você pode não entender nada de jardinagem, mas se escolher um pedacinho de uma praça e se permitir acreditar que pode tornar aquele lugar melhor, eu estou certa de que conseguirá. Basta arrancar as ervas daninhas, regar a terra, plantar algumas sementinhas, um pouco da sua sensibilidade com certeza já fará daquele cantinho um lugar mais agradável e acolhedor. Não precisa ser um jardim perfeito, com a perfeita escolha de cada planta, com a adubação perfeita. Basta que derrame sobre aquele pedaço de terra seu carinho, sua atenção.
Isso vale para muitas coisas. Não importa para onde decida ir, vá inteiro e sem medo. Em cada relação, em cada escolha, em cada tentativa de sua vida, faça o seu melhor. Dedique-se, regue sua vida com delicadeza, acredite em si mesmo. Faça o possível, isso já é muito.
Coisas maravilhosas acontecem quando nos esquecemos que somos apenas meros mortais condenados à mediocridade de uma vida limitada, repetitiva e tediosa. Arrisque sonhar! Pense nisso: talvez você seja um ser maravilhoso, dotado das mais incríveis capacidades à espera de serem descobertas. Talvez você seja mais do que já tenha sequer imaginado. Talvez o mundo esteja à sua espera.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Até onde confiar em alguém que conheci na internet?


Hoje em dia, as pessoas se buscam através de salas de bate-papo, redes sociais e sites de namoro. Não há mais necessidade de sair de casa para buscar um par. Basta ligar o computador e ficar horas teclando em sua sala predileta.
Mas até onde esse comportamento é saudável?
Como saber se a pessoa que está do outro lado da tela é sincera ou não está justamente à procura de alguém carente para dar o bote?
É claro que muitas pessoas na internet são sinceras e não estão em busca de vítimas, mas uma grande parte é mal intencionada. É sobre essas pessoas que iremos falar.
Os golpes mais aplicados são feitos por homens que buscam mulheres carentes de afeto, o objetivo pode ser apenas sexo, mas também roubo, estupro ou estelionato.
Vamos relembrar alguns casos importantes que nos servem de alerta.
A médica paulista Glaucianne Hara, 41, morta dia 5 de junho a facadas em frente ao hotel Bauer, na cidade de Torres, litoral norte do Rio Grande do Sul. O marceneiro Rodrigo Fraga da Silva se apresentou à polícia e assumiu a autoria do crime. Ele é casado e mantinha com a vítima um relacionamento conturbado havia três anos.
Conheceram-se pela internet, onde namoraram por um longo período de tempo, até o encontro real. Glaucianne perdeu todo o dinheiro, a vida e deixou dois filhos pequenos.
Esse trecho foi dito pela vítima para mim, na última vez que conversei com ela ainda em vida:
“Estou te ligando para dizer que dessa vez terminou mesmo. Acabo de sair de um coma... Ele me chutou e me bateu tanto que fiquei em coma e perdi os movimentos de uma perna. Quero me dedicar aos meus filhos pequenos, agora basta", diz Glaucianne. E duas semanas depois o discurso muda: "A verdade é que não consigo, vou atrás dele de novo, ele deve ter tido motivos para fazer o que fez..”
A taquigrafa Maria Aparecida lima, 38, foi mais uma vítima de um encontro cibernético que acabou em morte.
Nesse caso, ela mesma tirou a própria vida, tomando veneno de rato: o casal havia combinado um duplo suicídio.
Maria e Ferraz se conheceram no Orkut e começaram um namoro virtual. Ele, casado, inventou que era judeu e trabalhava no serviço secreto de Israel. Isso para não precisar dar detalhes de sua vida íntima.
A polícia confirma que Ferraz induziu Maria ao suicídio. Combinaram de tomar o veneno juntos, mas apenas ela tomou e ele fugiu do quarto de hotel onde estavam.
A família diz que que Maria havia descoberto o estado civil de Ferraz, mas mesmo assim, continuou no relacionamento, pagando as despesas dele e da família (inclusive esposa e filhos) e chegou a comprar-lhe um carro.
No Rio Grande doNorte a corretora de imóveis, Celia Carvalho, 43, foi morta por um adolescente de 17 anos que conhecera no Orkut. O primeiro encontro de Célia com o adolescente, após o contato pela internet, foi em um motel.
A segunda vez em que se viram foi no sábado, na casa em construção na praia de Genipabu, em Extremoz, emprestada por um amigo do primo. A promessa era de fazer um churrasco e beber.
Chegaram por volta das 21h00 ao local, onde encontraram o primo e sua namorada, que haviam fumado maconha e crack.
Depois de todos consumirem uísque e cachaça, os três obrigaram a mulher a fornecer sua senha bancária. Amordaçaram e amarraram pés e mãos de Célia. Mataram a corretora com um cabo de enxada e enterraram o corpo no quintal da casa.
Na manhã de domingo, tentaram sacar dinheiro da corretora em um caixa eletrônico, sem sucesso. O adolescente então trocou os dois celulares roubados da vítima por crack.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Norte, os dois jovens se mudaram há um ano de São Bernardo do Campo (região metropolitana de São Paulo) para Natal, onde moravam na casa de um tio.
Após ficar desaparecida durante quase uma semana, a garota Gabriele Haccourt de Carvalho, de 13 anos, foi encontrada no início da noite de segunda-feira (22/11) pela polícia civil na casa do namorado Douglas Santos, em Mandirituba, na região metropolitana de Curitiba.
A Garota teria saído de casa para se encontrar com um “amigo” virtual que conheceu por meio da rede social Orkut. Segundo a mãe de Gabriele, a menina deixou a casa sem avisar ninguém e teria pegado R$5, 00 sem permissão, para apanhar o ônibus. A partir deste momento, a adolescente não foi mais vista. A família de Gabriele chegou a proibir a menina de usar o computador, porém, a garota fazia o uso do equipamento na casa de parentes. O rapaz continua foragido.

Cuidados

- Não deixe crianças e adolescentes usarem a internet da forma que quiserem, tenha sempre controle das páginas visitadas e se preciso coloque senhas. Inúmeros casos de pedofilia começam pelas redes sociais.
- Cuidado com as informações expostas nas redes sociais, para que você também não seja vítima de sequestro relâmpago. Evite publicar informações que possibilitem alguém chegar até você, inclusive publicar diretamente seu e-mail pessoal. Tome cuidado como a forma que vocè se expõe na webcam para você não ser vítima de cyberbullying.

- O fato de você estar tranquilo em sua casa teclando com alguém, pode trazer uma falsa sensação de segurança ou de privacidade. Mas a internet é uma janela para o mundo e um espelho gigante que reflete todas as mazelas da sociedade.

- Não envie dinheiro a ninguém que não conheça pessoalmente, lembre-se que mulheres carentes são alvos fáceis de homens que as caçam com o propósito das vantagens financeiras.

- Encontre-se com a pessoa com a qual está envolvida em lugares públicos, deixe um amigo(a) saber onde você está. E não dê o seu endereço ou a receba em sua até conhecê-la bem.
Não vamos nos esquecer de que no mundo virtual cada um pode criar o personagem que bem lhe convém! Cuidado!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

É saudável educar filhos de forma individualizada


Caim e Abel constituem um primeiro modelo da relação entre irmãos, um modelo trágico. Inveja, ciúmes e fratricídio são os temas dessa história.
É provável que, por existir esse lado escuro na relação arquetípica entre irmãos, os pais se preocupam, desde muito cedo, em favorecer sempre o altruísmo e a amizade entre seus filhos, isto é, o lado luminoso da relação. A intenção é louvável, entretanto, as ações dos pais, nesse sentido, não impedem, necessariamente, o aparecimento das brigas e das rivalidades entre os filhos. Ao contrário, com frequência, o que os pais fazem, reforça os ciúmes e impede o desenvolvimento de uma boa fraternagem.
A preocupação já se inicia quando da gestação do segundo filho. Muitas vezes surge a pena do primeiro filho, pois se acredita que ele irá deixar de ser o centro único da atenção da família. Pena, por quê? Na verdade, ele não terá perdas, mas ganhos, dentre eles o privilégio de ter um irmão. Desses dois pressupostos decorrem duas posturas completamente diferentes, com consequências também diferentes.
Acreditando-se que a criança terá um privilégio, não se justificam presentes como consolação pela futura “perda”, mas comemoração antecipada pelos ganhos. Um irmão traz a possibilidade do aprendizado da relação de companheirismo, ensina a dividir, a cooperar, a ceder, a fazer trocas, enfim a compartilhar o mundo com as outras pessoas. São de fato, muitos ganhos.

Tratamento igualitário é prejudicial

Pensando que estão a evitar ciúmes, os pais tendem a tratar os filhos de forma igualitária, o que significa presentes para os dois, mesmos limites, mesmo horários etc. Esquecem que eles têm idades diferentes e, portanto, direitos e deveres diferentes. O nivelar as crianças da família, isto é tratá-los da mesma maneira traz ainda problemas decorrentes: o mais velho será infantilizado e o mais novo precocemente forçado a se desenvolver, o que é ruim para ambos. Além disso, tal forma de criar filhos, reforça os ciúmes dos irmãos, pois eles tenderão a disputar tudo e a controlar tudo, para verificar se não estão sendo “prejudicados”.
As crianças precisam ser individualizadas dentro da família, cada uma com suas necessidades, desejos, deveres e privilégios. Os mais velhos podem fazer coisas que os menores não podem ainda e que farão quando tiverem a idade adequada. Crescer é ganhar mais responsabilidades, mas também mais direitos. As crianças têm que ter a certeza de que é vantajoso crescer. A família é um sistema dinâmico de relações, onde cada um precisa ter seu lugar bem explicitado. Essa forma individualizada de educar os filhos não irá erradicar as brigas, as crises de ciúme, mas diminuirá a intensidade e a frequência delas.

Pais não podem se colocar no lugar de juízes frente às brigas de seus filho

Outro aspecto que merece ser lembrado é que os pais não podem se colocar no lugar de juízes frente às brigas de seus filhos. Não cabe aos pais legislar, buscar descobrir quem é o culpado, para puni-lo. Crianças brigam hoje por algo que vai acontecer amanhã. Provocações entre eles constituem um método infalível de chamar a atenção dos pais. Assim, o melhor é não entrar na discussão entre eles. É mais eficaz, se afastar para não dar plateia à briga ou então colocar os dois briguentos de castigo, sem querer saber “quem começou”.
No carro, provocações e brigas entre os irmãos são frequentes quando os pais os levam para a escola, para passeios, para viagens, etc. O nível da disputa é, às vezes, tão alto que atrapalha ou torna perigosa a direção. Para as crianças pode ser uma situação ideal para usar das provocações entre eles para chamar a atenção dos pais. Brigam pela posição no carro, disputam para entrar primeiro, encostam um no outro, reclamam do que o outro fala, do que não fala, enfim, tudo se torna motivo para querelas, nas quais o conteúdo pouco importa. Assim, discutir o conteúdo das brigas não resolve. O que funciona pode ser: impor o silêncio, voltar imediatamente para casa no caso de passeios, não levá-los para a escola por uns tempos, terceirizando a função, se possível. Em síntese, a companhia dos pais deve ser sentida como um presente, um privilégio para os filhos e eles precisam ser ensinados a merecê-la.
Existe um ditado popular que diz que quanto mais os irmãos brigarem na infância, mais amigos serão na idade adulta. Deve-se acrescentar: desde que os pais não interfiram nas disputas.

Quer adotar uma criança? Saiba como lidar com o preconceito


Hoje existem diversas formas de nascer, diferente de antigamente onde se nascia da mãe biológica ou se era adotado. Atualmente, com o desenvolvimento das técnicas de fertilização assistida, têm-se novos modos de se vir ao mundo, entre eles: óvulo doação, ovo doação, barriga de outra mulher. Isso pode ajudar a inserir a criança adotada na sociedade e talvez diminuir os preconceitos em relação a ser filho adotado.
Entretanto, se os preconceitos a respeito da adoção diminuíram nos últimos anos, o processo de adoção tem sido uma via-crúcis percorrida tanto por quem se interessa em adotar uma criança no Brasil quanto para a criança a ser adotada, que permanece por longos anos nos abrigos de proteção com todos os conhecidos danos decorrentes.
Acolher uma criança em adoção é construir com ela uma história em comum, mediante um entrelaçamento entre a “bagagem” da família que adota e a “bagagem” que a criança traz. Entende-se por “bagagem” a integração de muitos fatores como a hereditariedade, as condições sócioculturais, as fantasias, os sonhos, as expectativas, os mitos, as crenças...
Uma criança tem o direito de possuir uma família, capaz de suprir suas necessidades de crescimento físico, afetivo-emocional, social e intelectual. Existem adultos solicitantes de uma adoção, mas o ideal seria a existência de adultos que se declarem capazes da disponibilidade necessária para adotar criança.
Nesse mês de agosto foi sancionada uma nova Lei da Adoção. Pelas novas regras, as crianças e os adolescentes não devem ficar mais que dois anos nos abrigos de proteção. Esse dispositivo legal tem como um dos objetivos encurtar o caminho judicial entre as 80 mil crianças e adolescentes vivendo em abrigos no País e as futuras famílias.
A nova lei prevê que, antes de a criança ser encaminhada a um abrigo, sejam esgotadas as possibilidades de acolhimento pela própria família. No caso de perda do pai e da mãe, por exemplo, tios, avós e parentes próximos serão estimulados a assumir a criança. Porém, neste caso, existe a possibilidade da destituição ser dificultada e a criança precisar permanecer em uma família que foi negligente, que a maltratou, por exemplo.
Antes da nova lei, a estimativa média para o término de um processo de adoção era de três anos e sete meses. Agora, mediante o novo texto legal, o juiz terá no máximo um ano para decidir a destituição de uma criança de uma família por motivo de abandono ou maus-tratos e possibilitar a adoção por outra família.
Entretanto a exigência de perfil é um dos entraves. Recém-nascidas brancas são as preferidas por 50% para adoção. A espera para adotar uma criança com essas características pode demorar muitos anos, pois existe uma longa fila. Crianças de mais de quatro anos, por outro lado, permanecem por vários anos nos abrigos, podendo chegar à adolescência sem chances de adoção.
Há uma exigência frequente dos pais que as crianças a serem adotadas sejam brancas, meninas e tenham até dois anos. Tal exigência advém de preconceitos: é difícil se criar uma criança cuja cor favoreça discriminação, do mesmo modo que se acredita que os meninos sejam menos dóceis, mais agressivos. Em síntese, muitas pessoas aderem ao mito de que essas duas condições complicam criar e educar um filho adotivo.
Mais frequente ainda é a condição de que a criança seja bem jovem. Tal condição, diferente das anteriores, não é baseada em preconceitos. Sabe-se que a relação pais-filhos, desde o inicio da vida, é altamente constitutiva para a mente da criança. Assim, é compreensível a preocupação, das pessoas que desejam adotar uma criança, de que o contato com o filho se estabeleça o mais cedo possível.
Existem também pessoas que preferem adotar crianças ao redor do primeiro ano de vida, quando se pode ter mais certeza a respeito de um desenvolvimento neuropsicomotor adequado.
Assim, quase não existe a preferência por crianças com idade mais avançada, que, em geral, passaram os primeiros ou alguns anos de suas vidas em orfanatos ou instituições similares. Sobre elas são projetadas com mais intensidade as fantasias de que não irão se adaptar à nova família.
Tentativas para evitar uma longa estadia nos abrigos de proteção têm sido feitas, tanto no Brasil, quanto em outros países, como, por exemplo, na Itália com o sistema de “Affido” e nos Estados Unidos com o modelo de “Foster family”.
Esses sistemas, acima mencionados, possibilitam uma “família substituta” ou uma “adoção temporária”, cuja vantagem é possibilitar à criança de idade mais avançada, a convivência em família, ou seja, a experiência de “estar - com”. Em muitos casos, essa experiência “temporária” acaba resultando em uma adoção definitiva.
A nova lei brasileira de adoção visa evitar a longa estadia nos abrigos, à medida que agiliza todo o processo, evitando a longa institucionalização, pode ser benéfica para todos: às crianças e aos adultos com disponibilidade para adoção. Porém, só uma mudança na legislação não será suficiente. Sabe-se que existe um número insuficiente de assistentes sociais, de psicólogos, de equipes técnicas e a centralização de muitos processos em um único juiz, o que acaba resultando na demora exagerada em todas as etapas que passam os pais interessados em acolher uma criança.
Além disso, novas medidas que favoreçam a acolhida das crianças maiores, usualmente não preferidas para a adoção, precisarão ser pensadas e colocadas em prática. A infância passa rápida e não deve ser passada em instituições abrigo.