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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Site derruba principais mitos sobre relacionamentos


Manter um relacionamento não é fácil, qualquer um que já tenha tentado sabe. Mesmo assim, alguns pensamentos ainda são comuns e podem atrapalhar o sucesso da relação. O site inglês Female First lista três dos principais, apontados pela agência de relacionamentos Bowes-Lyon Partnership.
1. Uma boa relação é a que não dá trabalho: esse pensamento é muito perigoso para os casais. Muitos acreditam que só porque o relacionamento foi ótimo no começo sempre será do mesmo jeito. Todos exigem sacrifícios e comprometimento e um dos sinais de que falta empenho é quando um dos dois sente-se infeliz a maior parte do tempo. Um relacionamento é como um jardim: não espere que floresça sem amor, atenção e muito trabalho duro para remover as ervas-daninhas.
2. Ciúmes significa que você importa: geralmente trata-se de projetar as inseguranças pessoais no outro. Não significa demonstração de amor ou de atenção. Para entrar em uma relação, as partes precisam estar prontas para encarar um compromisso a longo prazo.
3. A paixão nunca vai embora: a ideia de que a paixão é uma fonte sem fim para a vida do casal é um pensamento perigoso. Filmes, livros e músicas divulgam o cenário de que todos os dias devem estar repletos de emoções intensas. Mas a verdade é que a rotina combinada com cobranças, estresse, família e trabalho criam uma realidade totalmente diferente. A paixão diminui com o passar do tempo e soa quase irreal pensar que alguém será  'louco' pela cara metade 20 anos depois.

Sexo: mulheres se arrependem do que fazem e homens do que não fazem


Mulheres e homens têm arrependimentos sexuais muito diferentes. De acordo com estudo da Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos, elas se arrependem do que fizeram, enquanto eles do que deixaram de fazer. Os dados são do jornal Huffington Post.
O levantamento contou com dados de três pesquisas, sendo que uma delas incluía mais de 24 mil participantes. Constatou-se que 24% delas lamentam ter perdido a virgindade com parceiro errado, 23% de terem traído parceiro atual ou anterior e 20% de se envolverem sexualmente muito rápido.
No caso deles, 27% reclamam por deixar passar parceira sexual em potencial, 23% por não terem sido mais sexualmente aventureiros na juventude e 19% de não terem sido mais sexualmente aventureiros quando solteiros.

“Não duvidamos de que as normas sociais desempenham um papel importante no arrependimento sexual”, disse o autor do estudo, Andrew Galperin. Segundo ele, padrões culturais esperam mais atividade sexual dos homens e menos sexo casual das mulheres.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Brasileiros têm as relações sexuais mais longas, diz pesquisa


Para quem reclama das rapidinhas, saiba que sexo no Brasil dura mais que no resto do mundo. De acordo com uma pesquisa, os brasileiros praticam em média 20,8 minutos de preliminares, perdendo apenas para Grécia, e demoram 27,2 minutos durante a penetração, logo atrás de Hong Kong. Essa relação média de 48 minutos é recorde entre todos os países. As informações são do The Sun.


Apesar disso, o Brasil não aparece no ranking de países em que o sexo é praticado com mais frequência. Mulheres do mundo todo foram questionadas se tinham relações sexuais pelo menos uma vez por semana. Neste quesito, Colômbia está em primeiro lugar, já que 89% das mulheres afirmaram que sim, seguida de Indonésia e Rússia, empatadas com 88%.
Entre as que mais prevenidas estão China (77%), Hong Kong (73%) e Índia (71%). O Brasil fica em sexto lugar, com 67% das mulheres que usam contraceptivos durante as relações.
O levantamento mostrou ainda que as mulheres que mais têm orgasmo são as húngaras, com 75%, seguidas de gregas (71%) e espanholas (70%). Já os países em que elas menos atingem o orgasmo são Malásia, com 28%, Coréia do Sul, com 25%, e China com apenas 23%.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Homens usam mais desculpas para evitar sexo do que mulheres



Já se foi o tempo em que só as mulheres diziam “não” ao sexo. Nos dias de hoje, os homens estão mais propensos a negar a transa do que elas. De acordo com um estudo no Reino Unido, 62% dos homens assumiram rejeitar a relação sexual com mais frequência do que a parceira. As informações são do Daily Mail. 
A pesquisa, feita pelo site ukmedix.com, no Reino Unido, mostrou que as justificativas mais usadas pelos homens para falta de apetite sexual são cansaço, estresse no trabalho e dor de cabeça. Mas, na verdade, os motivos são outros. O principal é a falta de confiança no corpo (38%), seguida da falta de libido (35%). Em terceiro lugar, os entrevistados apontaram o cansaço (31%), em quarto problemas no trabalho (25%) e, depois, por estarem interessados em algo na TV (19%).
A pesquisa abordou 1.922 homens britânicos com mais de 18 anos em um relacionamento longo. Foram feitas perguntas relacionadas à vida sexual dos homens com a parceira. 

domingo, 30 de dezembro de 2012

Elas falam: sexo após os 50 dá mais prazer, mas precisa de afeto


Quem pensa que o passar dos anos apaga o fogo das mulheres na cama, pode se enganar. Não dá para generalizar, de que a idade só melhora o sexo e que é possível sentir mais prazer depois dos 50 do que no auge da juventude. Esta é a opinião da psicanalista Irene M., 61 anos. “É um tabu pensar que a pessoa mais velha não quer sexo, não pensa nisso ou não tem sonhos eróticos. O sexo é melhor com a idade, quando se tem mais experiência”, contou. 
 
Divorciada desde os 50 anos, ela já teve vários namorados e não tem dúvida de que suas experiências sexuais da meia-idade foram mais “interessantes” do que as vividas durante a juventude. “Você se conhece melhor, conhece o próprio corpo, do que gosta mais e sabe o que quer do outro. O jovem às vezes tem aquele tesão enorme, mas não sabe o que quer direito”, explicou Irene. 
 
A enfermeira Rose F., 53 anos, também enxerga de forma positiva a vida sexual após os 50. “Para mim não mudou nada, não vi diferença da minha vida de quando tinha 20 anos e agora. Estou em plena forma”, contou. Divorciada, ela está prestes a entrar em um novo casamento e disse que sexo não é um problema. “Hoje, com plena experiência, é melhor do que antes”, comparou.
 
Segundo Rose, quando ela era adolescente não podia obter esclarecimentos sobre relações sexuais com a mãe, era um “tema bloqueado” na época. Por isso, não sabia como funcionava e descobriu aos poucos, na prática. “Quando se é adolescente, não se tem informação, hoje tenho uma vivência maior. A gente aprende coisas diferentes e o prazer é maior do que era antigamente”, explicou. 
 
 
Tesão e afeto

Para outras mulheres, porém, há uma mudança de ritmo na atividade sexual com a idade. É o caso da assessora política Vera P., 53 anos: “é lógico que com 20 ou 30 anos (a vida sexual) é muito mais ativa, depois o fogo diminui. Mas não tive problema com sexo até agora”, contou. Segundo ela, para a transa rolar é preciso ter bastante estímulo, por isso, não acontece com tanta frequência como entre um casal jovem.
 
Um dos segredos, de acordo com Vera, é não cair da rotina. “Arroz com feijão todo dia cansa”, disse. Programas inusitados sempre tendem a esquentar o clima, sugeriu. Principalmente porque depois dos 50 os valores mudam: “a gente vai aprendendo a dar valor a outras coisas além do sexo, como o companheirismo”. 
 
Aenfermeira Pierangela C., 52 anos, que está no segundo casamento, concorda: “o desejo diminui. Quando se é jovem tem muito tesão, depois começam a importar outras coisas, não precisa de tanto sexo, mas mais de afeto e companheirismo”. “Passo bem sem sexo”, acrescentou.  
 
Uma das razões para a falta de desejo por sexo diário, segundo ela, é o cansaço. “Quando você é jovem nada te cansa. Agora, depois do trabalho, quando deita na cama tudo o que quer é dormir, não quer ficar transando”, disse. Pierangela acredita que a mudança começa a ocorrer aos 40 anos. No entanto, ela ressaltou que os homens não passam por esta fase e continuam a querer “sexo todo o tempo”. “É preciso entrar em um acordo”, contou.
 

Antes de começar uma discussão, se faça 6 perguntas


Em momentos de tensão, você pode iniciar uma briga co seu parceiro por quase nada. Para não ser injusta com ele, o site Madame Noire sugere que você se faça seis perguntas. Confira:
1 - "Será que ele está tentando me magoar?"

Algumas atitudes, mesmo que não intencionais, podem chatear. Se ele mantem certos hábitos sem saber que a magoa, vale explicar a ele como este comportamento faz você se sentir.  


2 – "Foi a primeira vez que ele fez isso?"
Muitas vezes, os homens não percebem que alguns dos seus hábitos podem magoar as mulheres. Se você nunca o condenou por esses hábitos, ele tende a continuar com eles. E se você acusá-lo de uma hora pra outra, ele se sentirá injustiçado. Portanto, o avise que você não gosta de tais atitudes, e se elas continuarem mesmo depois de uma conversa, reveja seu relacionamento.


3 – "Eu já fiz isso com ele?"
Antes de acusar alguém, avalie seus atos. Faça uma busca na memória para saber se você já passou por algo similar e então lembre qual foi a atitude da outra pessoa naquela ocasião data. Assim, você não será injusta nem hipócrita.

4 – "Isso pode ser mudado?"
As pessoas têm traços intrínsecos de sua personalidade, que não podem ser mudados. Se você perceber que algumas atitudes que lhe chateiam não podem ser evitadas, mantenha a calma e aprenda a conviver com elas. Caso isso seja insustentável, talvez esteja na hora de avaliar se seu relacionamento vale a pena.

5 - "É a hora certa?"
Antes de iniciar uma discussão, avalie se o local é adequado. Uma conversa séria em um momento inapropriado pode piorar, e muito, as coisas. Evite discutir na frente de amigos, na mesa de jantar em família ou quando ele estiver atrasado para algum compromisso de trabalho.

6 - "A culpa é dele?"
Quando o atual companheiro faz algo que um ex fazia, você tende a relembrar o relacionamento passado. Porém, os atos podem ser os mesmos e as intenções diferentes. Todo mundo tem bagagem emocial, então, cabe a você aprender a conviver com ela.


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Casar ou juntar? confira os prós e contras das relações


 Chega um determinado momento da relação em que tanto o homem quanto a mulher sentem a necessidade de dar o segundo passo. A decisão pode implicar em apenas fazer as malas e começar uma vida sob o mesmo teto ou em formalizar a união em um cartório, com ou sem igreja e festa. "Muitas pessoas preferem morar junto e ter uma união estável a casar, porque acham que assim têm mais liberdade", afirmou a tabeliã do cartório de registro civil do distrito de Jaraguá, Monete Hipólito Serra.
De fato, a união estável é transitória, existe enquanto o casal vive junto e se dissolve quando se separa. Os parceiros não precisam morar na mesma casa, basta terem intenção de constituir uma família. Porém, se o intuito de "juntar" for a praticidade, a decepção é certa, segundo Monete. "Para conseguir benefícios conjuntos, como convênio médico, os casados só precisam da certidão de casamento, já os conviventes necessitam cada vez produzir um documento de prova", explicou ela. Pensão do INSS e seguro de vida são outros exemplos.
Ao comprar um imóvel, um casal oficializado já consegue a escritura em nome dos dois, mesmo que apenas um dos parceiros esteja presente no ato da aquisição. Na união estável, porém, é preciso solicitar a inclusão do nome da mulher e do homem como proprietários da casa. "O que a união estável perde para o casamento é na burocracia para provar que ela realmente existe (...). Uma hora o casal precisa de um atestado, outra de uma escritura e às vezes até de testemunhas", enumerou a tabeliã.
 
Filhos
 
Quando um homem e uma mulher são casados, a certidão de nascimento do filho é elaborada com o nome de pai e mãe, pois existe a presunção de paternidade, segundo Monete. Porém, na união estável, se o pai não está presente durante a confecção do documento, a certidão é emitida apenas com o nome da mãe.
Em relação à guarda dos filhos, o estado civil do homem e da mulher não é usado como critério, esclareceu o juiz da 7ª Vara da Família do Fórum João Mendes, João Batista Amorim de Vilhena. "Sempre avaliamos o bem estar da criança, independente se é casado ou não", disse.
 
A separação
 
Atualmente, o documento que oficializa o divórcio fica pronto no mesmo dia da requisição. Mesmo assim, a dissolução de uma união estável é menos burocrática. "Basta parar de conviver", resumiu o juiz. O casal não precisa ir a qualquer lugar para declarar esta separação, diferente do que ocorre com os casados. Se não houver partilha de bens, eles têm que comparecer a um cartório e pagar uma taxa de cerca de R$ 270 para registrar a separação, informou a tabeliã Monete Hipólito Serra.
Outro motivo que atrai casais à união estável é a garantia de não ter que dividir os bens ao término do relacionamento que, infelizmente, é ilusória. "Tanto na união formal quando na informal, o regime da comunhão parcial de bens - em que o patrimônio adquirido durante a relação é dividido em duas partes iguais - é o mais comum", afirmou o juiz.
"Se o homem ou a mulher convivente, no ato da separação, provar que é dependente do outro para sobreviver, ainda tem direito a receber pensão alimentícia, assim como no divórcio", acrescentou Vilhena. As decisões tomadas pela Justiça, em relação aos direitos após o término de uma união estável, são equiparadas às do divórcio, de acordo com Vilhena.
 
Herança
 
Apesar de as leis determinarem direitos parecidos para casados e companheiros informais, na questão "sucessão", o regimento é diferente. Vilhena explica que no caso da morte do companheiro, a mulher precisa provar que mantinha relação estável com o falecido e, mesmo assim, com base no Código Civil, o irmão teria direito a dois terços dos bens e a parceira a apenas um terço.
"Quando existe um casamento, na ausência de filhos, todos os bens do marido ficariam para a esposa", comparou o juiz. No entanto, com vista em corrigir esta diferença, "a jurisprudência sempre procura atribuir a regra do casamento a estes casos, quando há prova da união estável", completou Vilhena. Apesar de a herança não ser garantida por lei ao viúvo ou viúva de uma união estável, as decisões jurídicas tendem a equiparar o julgamento ao que ocorre nos casos de casamento.
 
Relacionamento
 
Não é somente na parte legal que a escolha entre casar e juntar interfere. Pelo menos, o terapeuta de casais Antônio Carlos de Araújo atende pacientes que têm problemas na relação por conta desta "simples decisão". "Um dos dois sempre fica frustrado em apenas morar junto, sente uma mágoa. (...) A cultura e tradição do Brasil é a do casamento, quando isso não acontece, a pessoa se sente diminuída", explicou.
Geralmente, segundo ele, os casais que optam pela união informal têm, em média, 30 anos, 90% são divorciados ou tiveram problemas com relacionamentos anteriores. "Os que moram juntos com 20 e poucos anos não sentem vontade de casar, mas, a maioria das mulheres dos casais de 30 tem esta vontade", disse. Araújo explica que o casamento cria uma atmosfera mais segura e de vínculo. "Se pela lei, na hora de separar, a encrenca é a mesma, eu aconselho casar", concluiu.

Apoio da mulher provoca sensações similares às do sexo no homem


Esfregar os ombros no peito do parceiro, segurar a mão dele ou fazer uma rápida massagem provoca sensações similares às do sexo e chocolate, de acordo com pesquisadores. Segundo o estudo, quando o homem está estressado, doente ou estressado, os toques oferecem conforto. As informações são da Cosmopolitan.
O gesto físico, quando o homem está necessitado, ativa o centro de recompensa do cérebro do homem, provou a pesquisa feita na Universidade da Califórnia-Los Angeles. Ao todo, 20 casais participaram do estudo. Os pesquisadores concluíram que o apoio também pode ter efeitos redutores de estresse.

domingo, 18 de março de 2012

Quando o relacionamento cai na rotina a responsabilidade é de um ou dos dois?


Ele diz que a relação caiu na rotina e você se sente culpada. Ou pelo menos entende que a responsabilidade é sua. Será? Será que o trabalho de "agitar" a relação cabe só a você? Foi isso que vocês combinaram? Bem... se você aceitou essa tarefa, acho que faltou pensar antes, pois é muito difícil ter que ficar inventando coisas novas o tempo todo para salvar um relacionamento, não é? E ninguém que tenha o mínimo de bom senso exigiria isso de uma namorada.
Assim sendo, podemos pensar que o argumento "a relação caiu na rotina" seja apenas uma justificativa "genérica" não representando o real motivo do afastamento. 
Qual o real motivo então?
Talvez ele precise de mais liberdade do que a relação entre vocês permite; talvez você não peque por ser repetitiva, mas por ser controladora.
Pode ser que ele não acredite nos seus reais sentimentos por ele: você reparou que em seu e-mail a forma como você o descreve muda de um parágrafo para outro? Num primeiro momento você diz: "meu amor acha que caímos na rotina". Logo abaixo refere-se a ele como "essa pessoa me pediu um tempo". Não fica claro o que você sente por ele de fato; de uma frase para outra o " meu amor" vira "essa pessoa". 
Pode ser que essa indefinição na sua forma de sentir crie nele uma sensação de insegurança que o impede de entregar-se plenamente ao relacionamento.
Você diz que está se esforçando para mudar. Mas mudar o quê? 
Será que alguém que promete mudar por desespero, por medo de perder, realmente consegue ser o que não é? Questionável, não?
Assim, parece que o melhor a fazer é pensar sobre o que não está dando certo na relação, sob o seu ponto de vista e, se achar que deixou de cuidar de algum aspecto da relação, tentar esforçar-se para melhorar. Entenda melhorar como cuidar melhor do seu parceiro. Não como mudar seu jeito de ser!
Por outro lado, se ele pediu um tempo, respeite esse pedido, fique por perto mas, tente não ficar insistindo para voltar enquanto ele não estiver preparado para isso. E, caso a relação seja retomada, evite deixar que ele manipule você como se você fosse uma criança que só ganhará o doce comportando-se direito. Num relacionamento maduro e saudável os dois envolvidos devem se empenhar para que a relação dê certo. E se não der, certamente cada um terá sua parcela de responsabilidade.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Meninos estão atingindo a maturidade sexual mais cedo



A partir do século 18 meninos passaram a atingir a maturidade sexual muito mais cedo. Desde 1700, a cada década que passa, a fase em que a testosterona atinge o seu ápice no corpo do homem chega 2,5 meses mais cedo. De acordo com Joshua Goldstein, autor de um estudo sobre o tema, para o homem “ter 18 anos hoje é como se ele tivesse 22 em 1800”.
Pesquisadores da área acreditam que isso pode se explicar devido à melhor nutrição e maior quantidade de gordura no corpo dos meninos. Porém, o amadurecimento antecipado é um motivo de preocupação, pois pode fazer com que os corpos cresçam mais rapidamente do que os cérebros dos garotos podem acompanhar.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Saiba como afastar os maiores inimigos de um relacionamento


Não existem fórmulas mágicas para um namoro funcionar, mas se você pode evitar certos problemas que ao longo do tempo podem desgastar um relacionamento, melhor. Confira um pequeno guia das manias que você deve evitar a todo custo.
Estas manias são as maiores inimigas de qualquer namoro ou casamento. Se você conseguir evitá-las desde o começo, terá mais possibilidade de manter a magia com o seu namorado e desfrutar de muitos e muitos anos de paz e muito clima de romance no ar.

1. A televisão

A TV pode ser considerada uma das maiores inimigas do amor. Jantar em frente da telinha e gastar o pouco tempo que vocês têm juntos para ver a novela das oito não favorece em nada a cumplicidade nem faz com que vocês se conheçam melhor.
Entre ficar horas vendo "nada" na televisão e "muita coisa" na cama, o que você prefere? Se é a primeira opção, está na hora de rever o seu relacionamento... além disso, o ideal é que vocês dois conversem, saiam de casa, vão ao cinema, jantem bem e façam programas que os dois gostem.
Uma sugestão é fazer um pacto: vocês só assistirão a programas que interesse a vocês dois de verdade. Caso contrário, o mínimo que farão é alugar um vídeo para ver confortavelmente com a luz apagada e comendo pipoca.

2. Deixar de sair

O cansaço, a preguiça, a rotina... muitas vezes, tudo parece conspirar para que vocês fiquem em casa sem fazer nada do que sair para ir a casa de amigos ou jantar em um bom restaurante? Por que não sair com mais freqüência, com amigos ou só vocês dois?
Com o passar do tempo, os casais tendem a ficar cada vez mais caseiros e "fechados na toca". Embora isso seja bom (porque vocês passam muito tempo juntos), isso também pode querer dizer que a vida social de vocês está cada vez menor. Com isso, vocês têm cada vez menos experiências novas em comum... pense bem: daqui a alguns anos, se você continuar com ele, vai ficar se lembrando "daquela tarde em que ficamos em casa vendo TV"?
Na dúvida, vá ao cinema, ao teatro, a um bom restaurante e siga a agenda cultural de sua cidade. Viajar durante o final de semana também não é nem um pouco uma má idéia, ou é?

3. Falta de tempo

Chegar sempre tarde em casa diminui o tempo que você e o seu namorado têm para se ver e para curtir um ao outro. Além disso, se você trabalha demais, é comum chegar em casa cansada e com os nervos à flor da pele.
Não deixe que o trabalho absorva toda a sua vida, pois isso pode custar o seu namoro com ele. Se você realmente precisa trabalhar tanto, não se esqueça de dar uma telefonada num horário mais folgado do dia, nem que seja na hora do almoço, simplesmente para dizer "oi" ou que está com saudade. Isso pelo menos alivia um pouco o fato de você estar quase sempre indisponível.
Tente, também, sempre separar um tempo para ele. Seja um final de semana que vocês vão viajar para passar o tempo todo curtindo o namoro ou simplesmente um horário da semana em que vocês vão fazer um curso juntos... isso aumenta a cumplicidade e favorece o namoro.

4. Relaxar demais

Não é porque vocês se conhecem muito bem e porque existe muita confiança que você tem que relaxar. Ao recebê-lo de chinelos, com o cabelo desarrumado ou com aquela "roupa furada de ficar em casa" você pode ter certeza de que não está contribuindo para aumentar a magia e o romance do namoro.
Embora seja importante vocês terem confiança um no outro e você saber que ele gosta de você mesmo com bóbis no cabelo, é legal você evitar que ele te veja sempre desarrumada. Confiança e cumplicidade é uma coisa; desleixo, outra.

5. Falta de atenção

É outra grande inimiga do namoro. Não se trata de ficar o dia inteiro fazendo elogios ou comprando presentes, mas mostrar, sempre que possível, o quanto ele está bonito ou se interessar pelas coisas dele.
Novamente, um telefonema por dia demonstra interesse e atenção... participe da vida dele e o ajude (ou ao menos o ouça) com o que você puder. Afinal, se você não quer nem saber da vida dele, por que está namorando?


6. Ciúme excessivo

Fazer interrogatórios dignos de filmes policiais ou organizar "tocaias" para saber se ele está te traindo não é exatamente a melhor forma de dizer "eu te amo". Lembre-se que o relacionamento está baseado na confiança, e que ela tem que ser recíproca.
Se ele te dá motivo para desconfiar de alguma coisa, repense o relacionameto e converse. Mas, se não, evite aquelas cenas de ciúme dignas de novela e demonstre que você realmente confia nele da mesma forma que ele confia em você.

7. Abstinência sexual

A vida sexual é importante dentro de um relacionamento. Mesmo que o desejo diminua com o tempo, saiba que não é normal ele simplesmente acabar. A vontade e a paixão têm que se renovar constantemente.
Nesta área, sempre inove. Converse abertamente com ele sobre as fantasias que ele têm na cama e sobre as que você quer realizar também. O importante é não cair na "mesmice", em que o sexo pode parecer obrigação. Isso é ruim para ele - e, claro, para você.

8. Política Familiar

É ótimo ter boas relações com a família do seu namorado e estar presente nos eventos importantes. Mas não abuse. Nem você nem ele precisam ir em todos os acontecimentos familiares - sejam da sua família ou da dele - nem mesmo estar sempre juntos nestas ocasiões.
Nestas horas, é bom entender os limites que cada um tem e só "requisitar a presença" do amado em eventos realmente importantes. Isso significa que, para passar o sábado à tarde com a sua tia-avó todo final de semana, o ideal é ir sozinha e deixá-lo jogando bola com os amigos.

9. Falta de projetos

Manter um namoro não é só enfrentar o dia-a-dia. É preciso construir algo juntos, desde coisas a curto prazo, como uma viagem juntos, um curso que vão fazer etc, a projetos mais ambiciosos, como morar juntos, casar, talvez um filho, uma casa...
Converse mais com ele sobre o futuro, para vocês terem uma idéia do que cada um quer no relacionamento. Só que, claro, sempre com bom senso: não vá perguntar no segundo mês de namoro que nome ele prefere para a segunda filha que vocês terão.

10. O silêncio

A falta de diálogo é a pior coisa que pode acontecer entre você e ele. Lembre-se: para se estar em um relacionamento é necessário haver troca. Os dois têm que falar e os dois têm que escutar. Se isso não ocorre, vocês precisam fazer um esforço e conseguir, nem que seja com ajuda de um terapeuta.
O silêncio é, em geral, a maior causa da perda de interesse de um pelo outro. Com isso, vocês acabam simplesmente cumprindo a rotina sem mais ligar para a outra pessoa... isso mata, aos poucos, o relacionamento e o amor.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Web tornou-se um diário aberto a fantasias pessoais


Muitas vezes me pergunto até onde o ser humano poderá chegar, por meio da web? Mundo infinito, a web tem se caracterizado como um diário contemporâneo onde eternizamos pensamentos relações, fantasias e complementos.
Diariamente postamos aqui um volume infinito de informações e brincamos com o que somos o que temos o que sentimos e sonhamos. Mais que um mundo pra te trazer o mundo, vamos aos pouco desenhando no ciberespaço um mundo novo pra nos trazer a nós mesmos.
São os infinitos particulares que postamos, por e-mails ou em redes sociais, que têm forjado muitas vezes o que pensamos e sabemos de nós mesmos. Na inocência de nossos conhecimentos sobre nós e sobre o outro, aprendemos que nem tudo que queremos dizer será bem entendido na web.
Da exposição excessiva ao desejo de aprovação dos mais carentes, vamos desenhando nossas necessidades mais secretas e demonstrando nossos sentimentos mais profundos. Enganam–se os que acham necessário fazer alarde sobre o que sentem para que o outro entenda a intensidade de seus sentimentos via web. A rede intensifica tudo, uma vez que o que não é literalmente dito e explicado, acaba sendo preenchido pela fantasia do outro. É assim mesmo: aquela foto com a hostess da boate vira, em segundos, uma amante de mais de cinco anos com quem você montou uma outra família e tem mais dois filhos, inclusive o menino que você tanto almejou mas que não obteve com sua esposa legitima.
Nós, seres humanos, temos mesmo essa tendência a completar o que não vemos com nossas fantasias. Muitas vezes, dependendo da intensidade do sentimento que conseguimos nutrir pelo outro, essa fantasia pode nos convencer de que ele é nosso príncipe encantado ou nos decepcionar para sempre com a mesma intensidade. O outro aqui, muitas vezes, nada mais é do que coadjuvante da história que criamos para nós mesmos e que - como está em nós - nos acompanha (algumas vezes até com determinada paranoia) onde quer que estejamos, já que a nós próprios, levamos a todo lugar.
Os reencontros entre os ‘exs’, do que hoje se nomeiam “pegantes” (namoros que não engatam, mas também não se desfazem e que a vida se encarrega de esmorecer), histórias de amor que ficaram suspensas e acabam por misturar romance, fantasias, recordações, brincadeiras de sedução e desejos mútuos quando ganham a internet. Trabalhamos ainda com o que imaginamos que o outro é, está sendo ou se tornou. Somamos a isso expectativas não vividas e, pronto: fez-se uma história de novela. A pergunta aqui talvez devesse ser: mas, quem garante o final feliz?
Não existem certezas na vida contemporânea e a eternidade faz parte do mundo dos mortos, não dos vivos. Viver buscando eternizar os sentimentos é o mesmo que buscar não mais sentir. Incoerente com nossos comportamentos na web, essa busca de certezas nos faz conflituosos e decepcionados. Talvez um dia consigamos entender de que forma a web de fato nos ajuda. Pode parecer que aqui eternizamos sentimentos, mas, na verdade, eternizamos sua lembrança, ou seja, reavivamos os sentimentos, e é desse avivamento que alimentamos muitos dos nossos relacionamentos no espaço da virtualidade.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Baixa autoestima e insegurança podem atrapalhar a folia e o relacionamento


O clima de permissividade no Carnaval faz com que essas pessoas se sintam ameaçadas, por isso evitam a exposição. Lembre-se que timidez e baixa autoestima têm raiz na insegurança, tanto com relação à aceitação como ao receio da rejeição do outro. Homens e mulheres, hétero ou homossexuais - podem sentir-se ameaçados, se seus parceiros forem paquerados ou se estiverem alegres e envolvidos com o clima do Carnaval. Muitos querem forçar o parceiro a ir junto ou ainda ameaçam ir sozinho. Mas isso pode gerar mágoas. A melhor forma de investir na relação e no crescimento do outro é conversar e incentivá-lo, quem sabe, a buscar ajuda numa terapia. Mas esse é um caminho para depois do Carnaval. E agora, como fazer para curtir um bom Carnaval a dois? Se você prefere assistir aos desfiles das escolas de samba na sua casa, aproveite para criar um clima carnavalesco. Dê vazão às fantasias que podem apimentar o sexo. Esse é o período em que elas são bem aceitas por fazerem parte do roteiro de Carnaval.
Aproveite para comprar, alugar ou usar uma fantasia picante, vale tudo: doméstica, colegial, diabinha, coelhinha, use aquele espartilho, incremente-o com uma cinta-liga, uma flor e uma máscara nos olhos; ou estilize sua fantasia de globeleza com um belo sapato de salto, um fio dental e muito gel com glitter.
Ele pode fantasiar-se de malandro, policial, bombeiro, xeque árabe, executivo de sunga com gravata... Camisinhas coloridas podem ser atrativas em um corpo coberto de gel e glitter.
O que vale é a criatividade para trazer alegria, descontração e um clima de sedução para a vida a dois.
Seja qual for sua ‘festinha’, não dispense o uso de camisinha. Bom Carnaval!

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Fantasias sexuais fortalecem a relação e a auto-estima


Fantasias sexuais pode até parecer um assunto comum, mas ainda há muitos casais que não falam sobre elas. Ainda existem casais cheios de desejos, fantasias e vontades reprimidas por pura falta de diálogo.
O primeiro passo para realizar uma fantasia com alguém que você gosta é falar com essa pessoa sobre o assunto. Se você não sabe por onde começar, elaborei um post para te ajudar a laçar a fera. Afinal, não é tão simples quanto parece.
Antes de ler o post sobre como tratar do assunto com o seu gato ou a sua gata, é importante que você não fique se achando diferente só por causa da sua fantasia. Um grande passo para falar naturalmente sobre a sua fantasia é parar de julgar-se em virtude dela.
As fantasias sexuais são ótimas para fortalecer a relação, através do estreitamento dos laços de intimidade. Também fazem com que você se sinta mais desejada(o), alimentando sua auto-estima. Em suma, faz você se sentir bem e pode até dar um “up” na sua saúde.
Fantasias Sexuais: como falar sobre elas.
Se quando o assunto é fantasias sexuais paira uma nuvem negra sobre sua cabeça, este post foi feito pra você. Ninguém gosta de vestir a mesma roupa todo dia, nem de almoçar sempre o mesmo prato. Por que achar que alguém gostaria de fazer sexo sempre do mesmo jeito? Propor alguma coisa nova não mata ninguém. Mas se seu parceiro é um “cabeça-dura”, vale a pena ler tudinho antes de arriscar um susto na figura.
Antes de pensar em tocar no assunto, é importante que você mesma saiba se o que tem na cabeça é uma proposta ou apenas uma idéia qualquer na tentativa de solucionar um problema que chamarei de rotina sexual. Se for apenas uma idéia, dentre tantas outras possíveis com o objetivo de sair da rotina sexual, ai devemos observar outra perspectiva.
Se o que você quer é sair da rotina sexual, não importando exatamente o quê vocês vão fazer, seria melhor tentar tocar nesse assunto aos poucos, sem tentar introduzir alguma idéia que possa parecer absurda ao seu parceiro. Assim você não corre o risco de assustá-lo, nem de piorar a situação. Tente algumas estratégias para quebrar o gelo, para retomar a intimidade do casal, etc.
Mas se você tem uma ou mais fantasias de verdade, daquelas com que você sonha acordada, sempre imaginando a mesma cena, aí sim você deve arriscar um papo sobre esse assunto com seu parceiro. Mas, ainda assim, tomando algumas precauções. Lembre-se de que nem todas as fantasias precisam ser realizadas. Mas se você acha que não consegue conviver com isso e precisa matar essa vontade, aí vão as precauções:
Antes de qualquer coisa, é preciso conhecer seu parceiro, saber se ele é do tipo reservado e mais tradicional, descontraído e mais disponível à prática de novas idéias ou do tipo tímido e ao mesmo tempo curioso. Talvez o seu parceiro tenha um tipo único, só dele, e cabe a você descobrir a melhor forma de lidar com ele.

Conversando sobre o assunto

Antes de se atrever a abrir a boca para fazer qualquer proposta, seja esperta e sonde as preferências do gato sem demonstrar nenhum interesse específico. Converse, pergunte sobre as coisas que ele gosta, deixe que ele fale e fale você também sobre seus desejos e fantasias, mas nada de detalhes. Fale com naturalidade sobre o que você gosta na hora do sexo, mas não fale ainda sobre aquela fantasia.

Dê tempo ao tempo

Analise a reação dele com relação à conversa de vocês, dê tempo ao tempo, espere alguns dias e observe se o comportamento dele mudou, se ele fez alguma das coisas que você havia comentado que gosta, se ele tentou te agradar fazendo alguma das coisas que citou na conversa. Ceda e agrade-o também, fazendo algumas coisas de que ele gosta.
Se a conversa surtiu algum efeito e ele estiver disposto a melhorar a qualidade do sexo, você vai notar alguma mudança em seu comportamento… Tentativas, ainda que singelas, de fazer algo por vocês. Se isso acontecer, siga em frente. Caso contrário, é melhor repensar a estratégia e voltar ao ponto em que afirmo que é importante conhecer seu parceiro. De repente, não vale a pena arriscar essa conversa se ele for muito tradicional, pois pode criar uma resistência ainda maior a esse tema.

Direto ao ponto

Chega de enrolação. Chegou a hora de desembuchar, botar pra fora. Mas muita calma nessa hora… Até pra ir direto ao ponto existe um jeitinho. Se você não souber como se expressar, pode colocar tudo a perder. Jamais se atreva a falar sobre esse assunto enquanto estão no sofá da sala vendo TV ou jantando. Espere um momento mais íntimo. Comece a falar, esperando sempre uma brecha, e deixe que as palavras venham naturalmente. Fale sobre a fantasia que gostaria de realizar, estimule a imaginação dele, vá analisando as reações dele enquanto você fala.
Jamais coloque algum conhecido no meio da conversa. Existem diversas fantasias sexuais, as mais loucas e inusitadas situações. Mas uma coisa é ele saber que você sonha em transar com ele e um estranho ao mesmo tempo; outra é ele saber que você sonha em realizar isso com um colega seu de trabalho, por quem você sente algum tipo de atração. Se for inevitável e fizer parte de sua fantasia, fale de características e atributos que você gostaria que essa terceira pessoa possuísse e jamais dê uma identidade a ela, a não ser que seu parceiro se mostre favorável.
Só entre em detalhes se ele demonstrar interesse. Caso ele faça cara feia, é melhor mudar de assunto e esperar um pouco mais para uma nova tentativa. É preciso também respeitar os limites do parceiro e ter “desconfiômetro” para saber quando esse limite foi atingido. Passar desse ponto sem que o parceiro tenha vontade pode significar um prazer momentâneo e o comprometimento irreparável da intimidade do casal.

Vai ou não vai?

Mesmo que o parceiro demonstre interesse e se posicione favorável, não fique cobrando uma data exata para acontecer. O fato de ele ter topado não significa que ele esteja pronto para se ver naquela fantasia a qualquer momento. Vá com calma, ele já topou. Vá trabalhando a intimidade de vocês e cedo ou tarde ele vai tocar no assunto com interesse na realização.
Aproveite as dicas, realize suas fantasias e não se esqueça de demonstrar interesse pelas fantasias dele. Você pode se surpreender com os resultados…

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Razões pelas quais mulheres acima de 40 têm uma melhor vida sexual


Existem diversas razões pelas quais mulheres acima dos 40 têm uma vida sexual melhor.
  1. Mulheres com mais de 40 anos são mais confiantes sobre sua aparência
    Qualquer mulher que já tenha passado pela adolescência e juventude confirmará que, ironicamente, quando eram jovens, magras sem rugas ou celulites, eram extremamente inseguras. Com a idade, mesmo se seus corpos não se enquadrem mais no “padrão de beleza” promovido pelo Mercado, elas se tornam mais confortáveis em sua própria pele.
  2. Mulheres com mais de 40 anos são mais confiantes sexualmente
    Porque mulheres acima dos 40 também são mais confiantes na cama. Elas não tem medo de dizer o que gostam ou o que não gostam.
  3. Mulheres mais velhas são mais experientes
    Mulheres com mais de 40 anos já tiveram tempo para descobrir o que funciona e o que não funciona – para elas mesmas e para seus parceiros também.
  4. Mulheres acima dos 40 que estão felizes em relacionamentos longos
    Enquanto jovens mulheres geralmente estão insatisfeitas em seus relacionamentos, sempre pensando se existe algo melhor lá fora, mulheres com mais de 40 que estão em relacionamentos longos geralmente estão felizes, tranquilas e satisfeitas com seus parceiros.
  5. Mulheres solteiras com mais de 40 descobrem novos prazeres no sexo.
    Com a chegada da crise da meia idade, mulheres acima dos 40 geralmente reavaliam seus relacionamentos. Se elas terminam uma relação, elas tendem a ter idéias bem específicas do que esperam de um homem em uma próxima relação. Isto pode incluir estes novos prazeres recém descobertos.
  6. Mulheres acima dos 40 podem finalmente aproveitar sexo
    O prazer com o sexo pode ser influenciado por questões relacionadas à fertilidade. Mulheres na adolecência ou com 20 e poucos anos devem pensar em métodos contraceptivos, previnindo assim, uma gravidez indesejada. Muitas mulheres nos seus 30, estão preocupadas em engravidar, ou como criar e cuidar de seus filhos. Mulheres com seus 40 anos, podem simplesmente aproveitar e não pensar em nenhum destes assuntos. Ou já são mães de filhos um pouco mais crescidos ou simplesmente decidiram não ter filhos, então podem aproveitar o quanto desejarem.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Homens que ganham menos que as esposas traem mais



Baixa auto-estima, humilhação, sem vergonhice, chamem do que quiser, mas está provado em pesquisa que o homem que ganha menos que a esposa no trabalho, trai mais.
A pesquisa foi apresentada pela socióloga Christian Munch, da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos. Ela comentou o resultado em uma entrevista ao “LiveScience.com”: “Homens e mulheres reagem muito diferente em relação a dependência econômica”.
Os homens economicamente dependentes de suas esposas têm cinco vezes mais chances de trair. Do outro lado, mulheres com menos dinheiro tendem a trair menos.
Essa necessidade maior da traição pode-se se dar ao fato do “macho” querer tomar o seu lugar. Já que ele não pode mostrar ser HOMEM na parte de prover o lar, ele prova sendo MACHO na cama de outras fêmeas. “Ter várias parceiras pode ser uma tentativa de restaurar a identidade de gênero, ameaçada por uma situação como essa”, escreveu Christin no estudo.
Também foi constatado que pessoas que ganham muito mais dinheiro que o parceiro nos relacionamentos, tendem a trair mais: “Ter mais dinheiro faz com que se apresentem mais oportunidades para trair”, explicou Christin. OU seja, ambos traem, homens e mulheres.
Foram entrevistados casais heterossexuais, entre 18 e 28 anos, e foi constatado que a traição era, relativamente, rara. Apenas 3,8% dos homens e 1,4% das mulheres admitiram as atividades fora do relacionamento.
Em resumo, essa pesquisa feita com casais novos mostra que nos dias de hoje, pular a cerca é comum e continua sendo uma válvula de escape para problemas emocionais, ao invés de se conversar e procurar ajustar os problemas na relação.

Homens que ajudam nas tarefas de casa fazem mais sexo



Um estudo divulgado nos Estados Unidos revela que os homens que colaboram mais com a limpeza da casa fazem mais sexo. É isso mesmo. A informação é da agência de notícias Associated Press. O relatório feito pelo Conselho sobre Famílias Modernas reuniu dados de diversas pesquisas e descobriu que os homens americanos aprenderam a lição e estão ajudando mais as esposas.
Um dos estudos mostra que a contribuição masculina para as tarefas do lar dobrou nos últimos 40 anos. Outro diz que, no mesmo período, os maridos triplicaram o tempo que passam com os filhos. A mudança é mais significativa entre as famílias onde tanto pai quanto mãe trabalham o dia inteiro.
Algumas mulheres dizem até que seus relacionamentos são completamente igualitários quando o assunto é cuidar do lar. Nós dois sempre falamos sobre como temos sorte de ter encontrado alguém disposto a fazer mais do que é preciso, contou à AP Mary Melchior, que trabalha na Organização Nacional para Mulheres dos EUA e que divide com o marido advogado a árdua tarefa de cuidar de seus filhos trigêmeos de três anos. Ele faz o café e cuida da roupa suja. Eu conserto as coisas na casa, diz ela.
Além da percepção de que o mundo mudou, no entanto, outro fator pode estar sendo levado em conta pelo maridão. Para o psicólogo Joshua Coleman, a divisão justa das tarefas do lar tem como resultado direto um casamento mais feliz e mais sexo. Se o homem ajuda em casa, a mulher entende que ele realmente se preocupa com ela. Ele não a trata como empregada, diz Coleman. Quando uma mulher está estressada porque a casa está uma confusão e o homem fica sentado no sofá enquanto ela passa o aspirador de pó, ela não vai entrar no clima?
Agora, mulheres, vocês já sabem o que fazer. É só imprimir essa página e deixar sem querer na mesa da sala e esperar. Tudo indica que ele vai ter um súbito interesse em lavar a louça do jantar esta noite.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Homens recorrem a prostitutas porque sabem diferenciar sexo e amor, diz estudo


Um estudo realizado na Espanha sugere que homens usam mais prostituição porque, ao contrário das mulheres, 'sabem distinguir entre sexo e amor'.
Segundo a pesquisa de dois anos da Universidade de Vigo sobre o perfil dos homens que usam prostitutas, o que eles valorizam no serviço é não ter que conquistar a mulher, nem ter que conversar com ela depois.
Para a maioria dos entrevistados, seria uma sorte poder receber dinheiro por praticar sexo. Mais de 90% dos entrevistados consideram as relações sexuais pagas uma necessidade.
"Analisamos as mudanças sociais dos últimos 30 anos e vemos a substituição do modelo patriarcal, do pai protetor-provedor pela volta do modelo 'falocêntrico', o colecionador de mulheres", disse a socióloga Silvia Pérez Freire, uma das autoras do estudo.
"O que motiva (o homem) a consumir serviços de prostituição é o desejo de fortalecer seu papel dominante. Ele acaba identificando o hábito como uma necessidade social".
A maioria dos usuários, um total de 80%, tem entre 30 e 40 anos e declarou ter vida familiar estável (com esposa ou namorada). A maior parte dos homens diz escolher a que seja menos parecida com a sua própria mulher.
A prostituição é o terceiro negócio mais rentável do mundo, depois dos tráficos de armas e drogas, de acordo com estatísticas divulgadas pelas Nações Unidas.

Ato social
O levantamento também concluiu que muitos homens entendem que ir em grupos aos prostíbulos é um ato social tão normal quanto um jantar de negócios.
Por isso muitos pagam as prostitutas com cartões de crédito das empresas para as quais trabalham.
"Essa cumplicidade faz com que a prostituição seja um sexo cômodo. Ninguém questiona nada e existe um pacto implícito sobre o que é feito dentro de um bordel. O que é dali, fica ali. Isso é um grande atrativo para políticos e pessoas influentes", disse à BBC Brasil a socióloga Águeda Gómez Suarez, co-autora do estudo.
"Diria até que se não houvesse este componente de aceitação social unido à conivência de cargos importantes de políticos a policiais, não haveria tantos bordéis."

Estereótipos

A pesquisa, feita pelo grupo Estudos Feministas da Universidade, foi transformada no livroProstituição: clientes e outros homens, e tem três continuações previstas.
O estudo classificou os consumidores do sexo pago em quatro grupos básicos: ohomo sexualis, o samaritano, ohomo economicus e ohomo politicus.
O primeiro se valoriza pela quantidade de sexo que pratica e pelo número de mulheres. O segundo procura uma prostituta que o escute e seja mais vulnerável que ele, abrindo espaço até mesmo para uma relação sentimental com ela.
Ohomo economicus busca emoções fortes e costumar misturar sexo com drogas. Já ohomo politicus tem certo peso na consciência pelo que faz, mas não deixa de fazê-lo.
Os consumidores também classificaram as prostitutas em três categorias, que correspondem aos estereótipos mais requisitados: mulher fatal, mulher maternal e virgem.
A primeira, que corresponde a 70% da preferência dos homens, é alegre e está sempre disposta a realizar qualquer fantasia sexual. A maternal simula uma relação de casal mas, com a obrigação de consolar o homem pelos problemas que ele diz ter em casa.
Já a virgem é a confidente contratada até para relações sem sexo, onde o mais importante é ouvir e animar emocionalmente o cliente.
De acordo com o boletim da Associação de Proteção as Mulheres Prostituídas (Apramp), a Espanha lidera o ranking de consumo de prostituição na Europa: 39% dos homens já disseram usado pelo menos uma vez uma prostituta, seguida por Suíça, com 19%; Áustria, com 15% e Holanda, com 14%.
No relatório espanhol, os entrevistados responderam que são a favor de uma regulamentação do setor, mas apenas para que haja controle sanitário (a maioria requer realizar atos sexuais sem preservativos) e para que as prostitutas paguem impostos.
Segundo as estimativas oficiais, há cerca de 700 mil prostitutas na Espanha, a maioria imigrantes ilegais e com filhos.

O que separa os casais na cama?


Mesmo com toda intimidade, muitas mulheres se complicam na hora de falar para seus parceiros que não conseguem chegar ao orgasmo. Por acharem que o rapaz vai ficar grilado, elas preferem omitir ou até fingir para evitar confusões. Só que esse tipo de atitude vira uma bola de neve: o cara acha que está arrasando e a mulher vive sexualmente insatisfeita.
As diferentes percepções sobre a satisfação sexual dos casais foram abordadas na Pesquisa Nacional de Saúde Sexual e Comportamental, realizada pelo Instituto Kinsey da Universidade de Indiana. Segundo os dados, 80% dos homens entrevistados garantiram que suas parceiras haviam atingido o orgasmo na última relação. Porém, não foi o que as parceiras disseram. Apenas 64% delas contaram que realmente chegaram lá.
Complementando a pesquisa, o site Cosmopolitan.com conversou com um grupo de leitoras e concluiu que 80% das mulheres acreditam que seus parceiros não sabem quando elas estão fingindo e 90% disseram que não pensam em contar a verdade para eles.
Helisa, de 47 anos, é casada há 28 anos com Rogério, de 54, e revelou que nunca teve um orgasmo com ele. “Eu achava que estava tudo bem, até que ouvi minhas amigas falarem o que sentiam na cama, o que os parceiros faziam com elas e fui percebendo que nunca havia sentido essas coisas”, disse.
Após se informar sobre o assunto conseguiu atingir ao orgasmo sozinha, por meio da masturbação. Depois disso, Helisa, que é mãe de três filhos, decidiu procurar por terapia. Foi com a ajuda das sessões que ela teve coragem de confessar ao marido que não alcançava o ápice do prazer com ele. “Levei-o comigo na terapia, mas tive vergonha de falar na hora. Quando chegamos em casa resolvi contar. Isso aconteceu depois de 20 anos de casamento”, conta.
Rogério ficou bravo e chateado e, num primeiro momento, disse que havia algum problema com ela. Até que ele resolveu procurar especialistas e fazer exames, cujos resultados foram normais. Helisa também fez exames, que não acusaram nenhuma anormalidade. “É ruim saber que ele goza e eu não. Às vezes, assim que ele termina o ato, eu me estimulo para chegar ao orgasmo ou então nem faço sexo, alego que estou com dor de cabeça”, conta. “Fico chateada por não ter orgasmo com meu marido, mas pelo menos tirei um peso da consciência por ter falado o que se passava comigo.”
De acordo com o psicólogo Thiago de Almeida, especialista no tratamento das dificuldades nos relacionamentos amorosos e autor do livro “A Arte da Paquera: inspirações à realização afetiva” (Ed. Letras do Brasil), a diferença está na forma como cada membro da relação enxerga o sexo. “Para a mulher, o sexo começa no primeiro bom dia, no cortejo. O homem não. E quando chega o dia, ele volta para casa e quer se satisfazer e não satisfazer a parceira”, comenta.
O psicólogo chegou a fazer uma sondagem informal com seus pacientes e descobriu que os homens levam de três a cinco minutos para chegar ao orgasmo, enquanto as mulheres demoram de cinco a sete minutos. Conclusão: o que separa um casal na cama é o tempo médio de dois minutos. “Agora imagine multiplicar esses dois minutos pelo número de vezes que o casal se procura durante um relacionamento?”, pensa Dr. Thiago.
O especialista também recorre à ciência para explicar o quanto esta diferença de tempo afeta a vida a dois: “Depois que o homem ejacula, se afasta da mulher para repor as energias. É um processo biológico, compreensível. É como se ele resetasse a motivação”, explica. E como a mulher demora mais para atingir o orgasmo, o homem se satisfaz e ela não.
Para mudar a situação, o homem poderia segurar um pouco mais a ejaculação, entrar no ritmo da parceira, de forma que os dois alcançassem o ápice do prazer. “Mas para isso, a mulher precisa falar, direcionar o homem, pedir para ele estimular outras partes que não sejam somente as genitais. Ela pode perfeitamente se sentir mais excitada quando é tocada na região das mamas, no pescoço ou por meio de uma brincadeira erotizada. Mas para isso ela precisa de manifestar”, ressalta Dr. Thiago.