domingo, 4 de março de 2012

Homem machista tem mais tendência a trair?



O fato de um homem ser machista, por si só, não determina que ele vá buscar relacionamentos paralelos. 
Às vezes, o machismo é uma característica aprendida dentro da família; apenas um comportamento copiado e adotado como padrão. Outras vezes, pode sinalizar certa insegurança com relação às mulheres que leva ao estabelecimento de regras na tentativa de prender sua parceira. Existem casos em que o machismo acaba sendo uma característica reforçada pelas próprias mulheres que entendem esse comportamento possessivo e autoritário como sinal de amor e o estimulam.
Os relacionamentos paralelos acontecem independentemente de tipos de personalidade ou características específicas das pessoas. Em geral, uma série de variáveis e circunstâncias os determinam. As pessoas traem para se vingar, para se divertir, para variar, pela facilidade, pelo desafio ou pela circunstância. Ou por tudo isso junto. O machista pode até, em certos casos, se permitir relacionamentos paralelos pela ideia de que homem pode e mulher não. Mas outros, menos machistas, se permitirão por outros motivos. Portanto, ao invés de se preocupar com tendências é melhor investir no parceiro que você tem e tentar construir com ele uma relação digna, respeitando as características dele para que ele respeite as suas. 




Para Refletir!!


"O contrário da traição é a fidelidade. Quem trai, está sempre maculando algum pacto de fidelidade. Responsabilizar-se pela traição é assumir o rompimento desse pacto. Nesse sentido, a traição implica sempre em um sacrifício. Trata-se de um problema de escolha e, portanto, de consciência"

sábado, 3 de março de 2012

Jornal: escola impede entrada de alunas por roupas 'provocativas'


Dezenas de alunas foram impedidas de entrar na escola estadual Dr. Alarico Silveira, na Barra Funda, na zona oeste de São Paulo, na manhã dessa sexta-feira, 2 de março, por estarem vestidas de forma "muito sexy e provocativa", segundo elas mesmas disseram sobre a avaliação feita pela diretora. Um total de 60 estudantes na faixa dos 15/16 anos - entre os quais também alguns meninos - teria tido a entrada proibida por usar "blusas justas" e "camisetas coloridas", além de duas meninas que usariam "sutiãs muito coloridos".
Teria havido confusão e bate-boca entre alunos e funcionários da escola, uma professora teria empurrado uma aluna, e outra teria cortado a mão durante um empurra-empurra. Os professores e gestores da Dr. Alarico Silveira negaram as agressões, mas confirmaram haver a orientação contra o uso de roupas "indecentes" e pela preferência por trajes neutros, como calças jeans e camisetas brancas ou com o logo da instituição. "Eles têm que vir decentemente vestidos. Está fazendo calor e as meninas acham que podem vir de qualquer jeito", ressaltou uma fonte da escola. "Minha filha estava de calça jeans e camiseta. Mas, se a blusa for mais justinha no corpo, já é sexy para a diretora", contrapôs a mãe de uma estudante. Por meio de nota, a Secretaria Estadual da Educação de SP afirmou que pediu a apuração do evento na Dr. Alarico Silveira em caráter de urgência.
A informação é da Folha de S. Paulo.

Deputados estaduais recebem até 18 salários no Maranhão


Dezoito salários por ano: essa é a remuneração dos 42 deputados do Maranhão. Neste Estado, as verbas de entrada e de saída, que estão sendo questionadas em todo o País, correspondem a 2,5 vezes o valor do subsídio recebido mensalmente. A distribuição do acréscimo custa para os cofres públicos mais de R$ 5 milhões por ano. Nos meses de dezembro e fevereiro, os parlamentares recebem uma "ajuda de custo" de R$ 50.105,85, determinada por decreto legislativo em 2006. Esse valor é adicionado ao salário pago normalmente, além de seus subsídios mensais de R$ 20.042,34. O total que os parlamentares recebem em cada um desses dois meses é de R$ 70.148,19.
Em 2010, o benefício foi estendido aos suplentes de deputado que, provisória ou permanentemente, assumissem o mandato parlamentar. No decreto legislativo 331/06, que regra a remuneração dos membros da Assembleia Legislativa, a justificativa para a concessão das verbas de entrada e de saída é de que elas serviriam para compensar as "despesas de transporte e outras imprescindíveis para o comparecimento à sessão legislativa ordinária".
A inclusão do benefício foi feita pelo então presidente da Assembleia Legislativa, João Evagelista, morto em 2010. Deputados não têm 13º salário e o cargo que ocupam não tem status de emprego, mas de função pública. Por isso, recebem subsídios em vez de salários e ficam privados do benefício garantido à maioria dos trabalhadores do País. Ainda assim, esse mesmo decreto diz que, caso compareça a 2/3 da sessão, o deputado terá direito a mais uma vez o mesmo valor de seu subsídio. Assim, totalizam 18 salários por ano.
Exercendo o quinto mandato consecutivo como deputado, o presidente da Assembleia Legislativa, Arnaldo Melo (PMDB), diz que não tem conhecimento da quantia disponibilizada pelas verbas de entrada e de saída no Estado, mas afirma estar avaliando junto aos demais componentes da Mesa Diretora da Casa as providências a tomar. "Todas as assembleias do Brasil estão debatendo esse assunto e aqui nós também estamos. Na semana que vem vamos avaliar os procedimentos tomados nas demais casas legislativas e definir o que fazer", afirmou.