quarta-feira, 6 de julho de 2011

Absolvição de mãe acusada de matar filha de 2 anos gera comoção nos EUA


A absolvição da americana Casey Anthony, de 25 anos, da acusação de assassinar a filha Caylee, de 2, provocou uma verdadeira comoção nos Estados Unidos, expressa em programas de TV e em redes sociais na internet.
O julgamento foi acompanhado passo a passo pelos americanos ao longo das últimas seis semanas, em um dos casos policiais de maior repercussão no país nos últimos anos.
Muitos analistas chegaram a comparar o júri que inocentou Anthony ao do caso do jogador de futebol americano O.J. Simpson, absolvido da acusação de matar a mulher em 1995.
Em vários programas de TV, apresentadores discutiram o veredicto do caso Anthony. Uma apresentadora de um programa popular da TV a cabo afirmou que respeitava a decisão do júri, mas que achava que "o diabo está comemorando". Dois apresentadores da rede CBS choraram no ar.
Vários termos ligados ao julgamento de Anthony estiveram ao longo desta semana entre os principais tópicos de mensagens postadas no Twitter. No Facebook, grupos discutiam o veredicto.

Filas no tribunal

Durante o julgamento, longas filas se formavam diariamente em frente ao tribunal em Orlando por pessoas que disputavam ferozmente os ingressos para assistir aos depoimentos.
Após o anúncio do veredicto, os advogados de defesa de Casey Anthony criticaram duramente a cobertura do caso pela imprensa americana, afirmando que ela havia condenado sua cliente antes mesmo da decisão judicial.
Anthony foi inocentada por um júri popular na Flórida da acusação de ter sufocado Caylee em 2008 com fita adesiva sobre sua boca e seu nariz. Ela também era acusada de ter jogado o seu corpo em decomposição em um bosque perto de sua casa, em Orlando, após circular por vários dias com ele no bagageiro de seu carro.
A mãe somente comunicou o desaparecimento da filha à polícia após um mês. Primeiro, alegou que a criança tinha sido sequestrada pela babá; depois, durante o julgamento, disse que a menina tinha se afogado acidentalmente em uma piscina.

Festas e tatuagem

Os promotores também alegaram que, durante o período em que Caylee já estava desaparecida, o comportamento de Anthony foi incompatível com o de uma mãe preocupada com a filha - ela teria frequentado festas e feito uma tatuagem com os dizeres "Bella Vita" (vida bela).
A tese da defesa era de que Caylee teria morrido afogada por acidente na piscina da casa dos avós e que Casey Anthony e seu pai, George Anthony, teriam entrado em pânico e escondido o corpo por medo da polícia. O avô da menina negou essa versão.
A autópsia do corpo de Caylee não conseguiu chegar a uma conclusão sobre as causas de sua morte. Este seria, segundo analistas, um dos principais motivos para a absolvição.
Se Anthony fosse considerada culpada de assassinato, poderia ser condenada à pena de morte. Ela acabou sendo considerada culpada apenas de mentir à polícia durante as investigações. A sentença deverá ser anunciada na quinta-feira, mas Anthony possivelmente será libertada por já ter passado quase três anos presa.

"Novela"

O julgamento de Anthony Casey também levou especialistas a discutirem por que o caso ganhou tanta atenção do público americano.
Para Robert Thompson, professor de cultura popular da Universidade Syracuse, de Nova York, o fato não é surpreendente. "Você tem essa história incrivelmente trágica de uma criança morta, que não poderia ser mais dramática", disse ele à BBC.
Ele comenta ainda que alguns detalhes tornaram o caso ainda mais incomum, como os 31 dias que se passaram até que Anthony relatasse o desaparecimento da filha e personagens fictícios que ela criou durante seus depoimentos, como a suposta babá e um namorado rico que seria o pai da filha.
"Havia essa mulher bonita contando histórias que pareciam não se encaixar. Se alguém estivesse escrevendo o caso como uma história de crime de ficção, ninguém acreditaria", comentou Thompson.
Para ele, coberturas de casos como esse criam um efeito dominó. "Quanto mais detalhes as pessoas recebem, mais elas querem. Os espectadores são atraídos como em uma novela de TV", disse.
O jornalista Eric Deggans, do jornal St Petersburg Times, da Flórida, tem uma visão parecida. "É uma novela da vida real, tem todos os ingredientes que você poderia esperar de um episódio de L.A. Law ou de Law and Order acontecendo na vida real", disse.

Mãe e filha

Para Robin Simon, professora de sociologia da Universidade Wake Forest, na Carolina do Norte, uma das razões para o interesse na história é o fato de ela contrariar a noção que a sociedade tem sobre a ligação que uma mãe deve ter com seus filhos.
"A atenção que foi gerada com a mídia não seria tão significativa se fosse um pai assassinando seu filho", disse.
Para ela, o caso é um triste reflexo da sociedade americana moderna. "Um jornalista estava entrevistando as pessoas na fila para o tribunal. Uma mulher disse: 'Não posso esperar para ver. É o melhor reality show'", contou.
"A mulher então riu. Ela nem percebeu que era um caso real com pessoas reais. É nojento", disse.
Para Thompson, por maior que tenha sido o interesse sobre o caso nas últimas semanas, ele vai logo se dissipar.
"O interesse vai embora e esperamos pelo próximo caso. Os noticiários diários na TV a cabo precisam desse tipo de coisas, então, podemos esperar pelo próximo julgamento do século daqui a 13 meses", diz.

Mãe admite que simulou câncer em filha e é indiciada pela polícia de Sorocaba (SP)


A mulher que teria simulado um câncer na filha de 4 anos para arrecadar dinheiro confessou à polícia de Sorocaba (90 km se São Paulo) que cometeu mesmo o crime. Segundo a polícia, entretanto, ela não explicou o motivo da ação. Ela será indiciada por tortura e por expor um menor a situação de constrangimento.
Edilaine Vieira, 20, prestou depoimento nesta terça-feira (5) na Delegacia de Defesa da mulher. De acordo com a delegada responsável pelo caso, Jacqueline Barcelos Coutinho, a mulher revelou que não tem interesse em continuar com a guarda da menina de 4 anos e nem de seu outro filho. "Ela diz que não tem condições psicológicas de cuidar das crianças. Ela disse também que está grávida de um terceiro filho.”
Além de simular a doença, a mãe teria usado uma faca de cozinha para machucar a filha, segundo depoimento da criança. "A própria menina nos disse que a mãe usava faca de cozinha para cortar a sua barriga", afirmou a delegada. Edilaine disse apenas que fazia curativos na filha para tratar algumas feridas, que seriam causadas por micoses.
Enquanto estava na delegacia, a mulher teve uma crise nervosa e chegou a ser socorrida por uma ambulância do Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência). Depois de dar todos os esclarecimentos, ela foi levada ao Hospital Regional.
O pai da menina, Jeremias Drides, também prestou depoimento e disse que não sabia que a mulher simulava um câncer na filha. "Gastei dinheiro comprando os curativos", diz. De acordo com seu depoimento, ele sabia apenas que a criança tinha alguns ferimentos no abdômen.
Edilaine conseguiu dinheiro com igrejas evangélicas da cidade e doações como geladeira, bicicleta, roupas e mantimentos. Ela falava que a menina tinha sido desenganada pelos médicos por estar com câncer em vários órgãos, inclusive na cabeça. "Ela chegou a raspar uma parte do cabelo da filha para simular uma cirurgia", alega a delegada.
A farsa foi descoberta na semana passada, quando integrantes de uma igreja levaram a criança para uma consulta e constataram que ela não tinha nenhuma doença.
A mãe aguarda pelo fim das investigações em liberdade. A menina de 4 anos e o outro filho estão em um abrigo e podem ser encaminhados para a adoção.

domingo, 3 de julho de 2011

Infidelidade virtual é traição real?


Conversar com o ex-namorado por email, entrar em salas de bate-papo enquanto seu marido dorme ou viaja, trocar fotos com desconhecidos. Hoje em dia, o mundo virtual abre portas para vários tipos de relacionamentos e se render à telinha para satisfazer as expectativas e fantasias sexuais - muitas vezes não correspondidas em sua relação real - está cada vez mais fácil. "É uma intimidade à distância, por mais contraditório que pareça. É uma sedução, uma conquista passo a passo, como não existe mais no mundo real". Mas será que realmente existe infidelidade virtual?
Este é um tema que divide opiniões entre os especialistas. "Não existe infidelidade virtual, inclusive pela legislação esse tipo de relação não é considerada uma traição".
Os limites são diferentes e precisam ser esclarecidos. Muitas pessoas acreditam que ela é mental, para outras, é física." Considero um relacionamento virtual como "uma traição da confiança da relação, a infidelidade caracteriza-se pela relação de intimidade com outra pessoa que não seja o cônjuge, ou mesmo pela intenção de se relacionar com alguém, mesmo quando se está comprometido."
Se o conceito de traição virtual é motivo de divergência entre os profissionais da área, a sua importância em uma relação é unânime: medo de ousar, mudar ou até mesmo romper o relacionamento que não está funcionando. "A infidelidade virtual é um sinal claro de que é necessário rever a relação". E nesse caso, o diálogo, que pode ter ficado esquecido, tem papel fundamental. "Conversando é possível investir e mudar a relação que certamente tem problemas ou frustrações, e assim tentar renovar o casamento".
O mais importante é ter claro que em um relacionamento tudo tem que ser combinado ou até mesmo recombinado, já que o que um tem uma opinião ainda que estejam juntos.

Cinco dicas para seduzir o homem desejado


Escolha um alvo, empregue estas técnicas e deixe o poder de atração que há dentro de você vir à tona com força total. Seja lá quem for o eleito, ele vai se ajoelhar a seus pés!

1. Dar asas à imaginação dele

Mesmo se estiver totalmente caída por um sujeito, não abra a o livro de sua vida para ele de imediato. Uma mulher que guarda as coisas para si mesma tem uma certa aura de mistério, que provoca e mantém aceso o interesse masculino. O truque é dar a impressão de que você pensa mais coisas do que diz ou fingir que esconde um pequeno (mas quentíssimo) segredo.

2. Fazer o jogo do talvez

A atitude devo-ficar-ou-devo-ir-embora faz milagres para prender a atenção de um homem. Talvez  é a palavra que a mulher sedutora parece dizer o tempo inteiro. Nessa linha, um bom plano de ação é se vestir para matar, porque os homens gostam de ser provocados e, ao mesmo tempo, adotar uma postura discreta e comportada. Cada passo que der ficará marcado na cabeça dele em função dessa dupla mensagem. Em vez de responder a uma pergunta, olhe timidamente para ele enquanto toma seu suco de frutas.

3. Ouvir com atenção

Se você está muito preocupada com a própria performance para prestar atenção no que ele está falando, então caiu numa armadilha mortal. Ouvir atentamente significa dar a ele o que qualquer homem sonha receber de uma mulher: reconhecimento e validação. Enquanto o objeto de seu desejo discursa, deixe a linguagem corporal subliminar falar por você. Passar os dedos no colar, balançar o cabelo, correr a língua nos lábios, tocar o pescoço e o rosto, tudo isso é extremamente feminino e atraente aos olhos dele

4. Irradiar energia

Quando você se envolve em atividades que a apaixonam, seu entusiasmo transparece. Uma mulher que transpira felicidade é um ímã. Os homens dão tudo por um pouco dessa energia. Mas atenção: não adianta encher a agenda de compromissos fictícios e fingir que está feliz só para impressioná-lo. Suas intenções vão transparecer, e você corre o sério risco de perder a parada.

5. Ser única

Todos os especialistas concordam: a autoconfiança tem alto poder de atração. A chave é concentrar-se nos seus pontos altos - a elegância, a inteligência, o senso de humor ou um talento especial - e trabalhar em cima disso. Trocando em miúdos, se você quer se tornar inesquecível, não pode ser uma cópia carbono de outras mulheres. Portanto, compre apenas roupas que pareçam com você - mas você no seu melhor! Os homens não têm ideia do que está ou não na moda, mas percebem quando uma mulher está se sentido totalmente confortável na sua segunda pele.