quinta-feira, 23 de junho de 2011

Juíza nega pedido de habeas-corpus a Suzane von Richtofen

 
A juíza Sueli Zeraik de Oliveira Armani, da 1ª Vara das Execuções Criminais e Anexo da Corregedoria dos Presídios de Taubaté, negou na terça-feira o pedido de habeas-corpus apresentado por Suzane von Richtofen. Na solicitação, Suzane alega ter sofrido constrangimento ilegal por parte da diretora-geral da penitenciária feminina em Tremembé, onde ela está presa.
De acordo com Suzane, o constrangimento seria porque a diretora se negou a fornecer um parecer técnico a seu respeito. O documento seria utilizado para instruir recurso que seria apresentando ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
No entanto, ao ver da juíza, não houve violência ou coação na liberdade de locomoção de Suzane, o que não fundamenta a concessão do habeas-corpus. Além disso, segundo a magistrada, o parecer técnico já foi elaborado e consta nos autos, e por esse motivo não se justifica a elaboração de outro sem requisição de órgão competente.
Com base nessas considerações, a juíza negou o pedido, pois "não há como exigir que a administração penitenciária venha a atender toda e qualquer postulação de detentos, exclusivamente a critério e por interesse deles próprios".

O caso
Em outubro de 2002, o casal Manfred e Marísia von Richthofen foi encontrado morto em sua mansão em São Paulo. Uma semana depois, a filha do casal, Suzane Von Richtofen, na época com 18 anos, confessou envolvimento no crime. Pouco tempo depois, o namorado de Suzane na época, Daniel Cravinhos, e o irmão dele, Christian, também foram presos e confessaram terem matado o casal com golpes de barra de ferro. Os três planejaram o assassinato para que Suzane ficasse com a herança dos pais.
Em 2006, após quase 56 horas de julgamento, os três foram condenados por duplo homicídio triplamente qualificado em regime fechado. A soma total das penas chegou a 115 anos de reclusão.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Por que ocorre traição no casamento mesmo tendo paixão e uma vida sexual ativa?


Por que eles traem?

- O homem em questão separa o que é amor do que é sexo. Para ele, transar com uma garota por quem sentiu muito tesão não tem nada a ver com o amor e desejo que sente pela sua companheira. É só um momento de prazer. E ele pode realmente entender assim. Aliás, esse também pode ser o entendimento de uma mulher, apesar de estarmos falando de homens. E não é verdade que todos os homens pensem assim.
- Um homem pode acreditar que ele como homem tem direito a transar com quem quiser porque representantes do sexo masculino são diferentes de mulheres e, além disso, isso não tem nada a ver com o casamento, ou com o namoro. E isto é diferente do item anterior, pois aqui temos uma questão que é o fato do homem acreditar que por ser desse sexo tem direitos diferentes das mulheres. Explicação nada convincente em nossa sociedade.
- Um homem pode acreditar que não pode negar uma investida direta, porque poderia colocar em questionamento sua masculinidade, caso essa mulher conte para alguém. Esse tipo de pensamento mostra uma crença de que os homens de verdade não podem resistir ao desejo. No entanto, tanto homens como mulheres podem sim escolher se querem ou não ceder. Um homem que sabe o que quer e o que é pode e deve dizer sim ou não, tendo como referência os seus interesses e as consequências que está disposto a administrar.
- Um homem pode conseguir se envolver com mais de uma mulher ao mesmo tempo e viver bem a relação com as duas. Pode parecer difícil acreditar. Mas existem muitos homens (e mulheres) que mantêm duas relações, que podem ser atém bem satisfatórias, por um bom tempo na vida.
- Um homem pode ter questões emocionais mal resolvidas, em função da situação da família da qual procede e em função disso, não conseguir se conter e precisa manter um terceiro relacionamento. Neste caso, precisa do apoio de um psicólogo para lidar de maneira diferente com os relacionamentos.
- Um homem pode mentir que ama uma mulher e continuar mantendo a relação por outros interesses. Então acaba se envolvendo com uma terceira pessoa por quem realmente se apaixona. Mas tem dificuldade em romper com a primeira e fica mantendo a situação.
- Um homem pode ter dificuldade de ter certos comportamentos sexuais com a mulher que ama e precisa de outra, que não ama, para se satisfazer de outras maneiras que para ele são muito estimulantes. É a separação de amor e sexo, mas dessa vez, o ponto forte que leva à traição é a intenção de fazer coisas que jamais faria com sua esposa ou namorada.
- Um homem pode trair porque quer ter o sabor da sedução novamente. E com sua companheira tão segura, isso já não existe, ou quase não mais.
- Uma vida sexual ativa não significa uma vida sexual interessante e estimulante. E um homem pode ir em busca disso.
Enfim, são várias as razões que podem levar um homem a trair e aqui coloquei algumas delas. Independente de parecer mais ou menos aceitáveis, a questão é que a parceira traída pode ou não aceitar as explicações de seu parceiro e a relação pode ou não ter continuidade. O importante é que, o casal possa conversar sinceramente e expor os sentimentos, motivos, e definir como ficará o contrato dos dois daí em diante. Porque um relacionamento é mantido, sim, por expectativas e crenças, que uma vez rompidas precisam ser reorganizadas. Não dá para viver numa constante incerteza e num mundo de cobranças e desconfianças. Aqui falamos de homens, mas mulheres também traem e a necessidade do diálogo também é a mesma.
Por fim, quero acrescentar que o que muitas vezes o que coloca um ponto final na relação não é a traição em si, mas a maneira como o que traiu lida, ou lidou, com o que foi traído. Se o homem fez a mulher desconfiada acreditar que estava ficando louca, ou se ela quis abordar a questão várias vezes porque sentia que a relação não ia bem e ele se recusou dizendo que era coisa da cabeça dela; fica difícil de se reconciliar. Nesses casos, que citei como exemplo, a traição fica em segundo plano e o que vem primeiro é a sensação de desconhecimento a respeito de quem é aquele que se julgava companheiro leal. A deslealdade é pior que a infidelidade.

Sexo: Aprenda a conciliar qualidade e quantidade


Segundo pesquisa realizada por um fabricante de preservativos, que entrevistou 26 mil pessoas, em 26 países, os brasileiros praticam mais sexo que a média mundial, tendo em média 145 relações sexuais por ano, só perdendo para os gregos que transam em média 164 num ano. Em terceiro lugar estão os poloneses e os russos, com uma média de 143 relações por ano, e em último os japoneses, onde apenas 34% das pessoas dizem fazer sexo pelo menos uma vez por semana. A média global é de 103 relações por ano.
Mas como nem sempre quantidade significa qualidade, vamos ter apenas 42% dos brasileiros que dizem estar satisfeito com sua vida sexual. Segundo o psicólogo e terapeuta sexual Ralmer Rigoletto, “O número de relações sexuais não é indicativo de satisfação e nem de qualidade nas relações, mas sabemos que relacionamentos prazerosos aumentam a probabilidade de se desejar mais sexo”.
Ninguém pode duvidar que uma sexualidade prazerosa ajude a fortalecer vínculos, traz uma alegria maior e um otimismo maior na vivência da afetividade e na perspectiva da relação; além de ser um grande motivador para uma autoaprovação e, portanto, melhorar a autoestima. Mas isso não significa uma vida de performances sexuais múltiplas ou o cumprimento de todas as posições do Kamasutra, de uma quantidade que seja invejável aos outros ou a necessidade de viver ‘modernamente’ todas as possibilidades.

O que é sexo de qualidade?

Relacionamento sexual com qualidade implica em intimidade, diálogo, vínculo e envolvimento baseado em afeto, para que haja uma troca de prazer e satisfação a dois.
A proximidade afetiva com o parceiro, a sensação de ser amado e respeitado são fatores importantes que colaboram para se conseguir uma vida sexual satisfatória.
É verdade que muitas pessoas poderiam usufruir mais da sexualidade se estivessem menos cansadas e estressadas. Mas essa é uma realidade pessoal da modernidade que precisa ser repensada e que exige em muitas situações mudanças de atitudes: morar mais perto do trabalho para evitar longas horas no trânsito, incluir a prática de esporte ou de um hobby no cotidiano, melhorar a qualidade da alimentação e disponibilizar-se para ter mais tempo e intimidade com o parceiro (a).
De uma forma geral o jogo sexual, que implica em sedução, sensualidade, carícias e também o ato sexual, pode ser melhorado com palavras, tempo e até com uso de apetrechos que vão desde lingerie até brinquedos eróticos.
“Relacionamentos com boa qualidade afetiva tem, na grande maioria das vezes, um sexo de boa qualidade e que pode ser incrementado com brinquedos eróticos, apimentado com fantasias que o torne uma brincadeira sadia e consensual; até porque as pessoas gostam de uma ‘sacanagenzinha’, mas é importante que esse não seja o foco, e que não se despreze a essência do sentimento que os leva a querer estar juntos compartilhando momentos de carinho e prazer”, lembra Ralmer Rigoletto.

Ouvido é um grande ponto de excitação do casal, principalmente da mulher

“A maior satisfação está na grande estratégia que os casais precisam aprender a usar que é o dialogo: saber ouvir e saber falar, e não só criticar. Os ouvidos são os melhores pontos de excitação do casal, principalmente das mulheres, e o prazer é uma descoberta de responsabilidade dos dois”, diz Sylvia Marzano.
Portanto, buscar uma boa qualidade de relacionamento implicará numa melhoria geral do prazer e inclusive da frequência e prática sexual. Se não houver essa busca, estaremos falando só de frequência de relação, e o diferencial é investir na qualidade de afeto e alegria de quem vive por inteiro um relacionamento.

Busca de emprego: cinco passos para aumentar as chances de contratação


Há algumas dezenas de milhares de vagas abertas no mercado de tecnologia no Brasil. No entanto, para preenchê-las, os candidatos precisam de uma capacitação adequada e de um cuidado na forma de abordar os potenciais empregadores.

Passo 1 – Utilize Referências

Poucos candidatos a uma vaga de emprego se preocupam em buscar referências de antigos empregadores, ressalta o especialista da AttractJobs. Assim, ele indica que os profissionais busquem executivos ou gestores com os quais trabalharam nos últimos sete anos, com o intuito de entender o que eles consideram seus pontos mais fortes e se estariam dispostos a servir de referência para potenciais empregadores. “Essa informação pode ser destacada mais tarde, durante a entrevista de emprego”, pontua Young.

Passo 2 – Adeque o Currículo e a Imagem

Um currículo que busca enfatizar conhecimentos e experiências específicas para um determinado cargo exige que o profissional cite os resultados práticos que ele obteve em cargos anteriores, como parte do resumo de suas funções. Além disso, o perfil e as informações de redes sociais, como o LinkedIn, devem refletir essa vivência.
Outra preocupação que as pessoas devem ter quando buscam uma vaga de emprego é verificar quais informações aparecem quando seu nome é digitado em mecanismos de busca na internet, pois isso pode afetar, de forma positiva – ou negativa – o ânimo dos potenciais contratantes.

Passo 3 – Amplie sua Rede de Contatos

Quando você está em busca de um novo emprego, não deve ter vergonha de divulgar isso para o máximo de pessoas possíveis, o que inclui os amigos do Facebook e a rede de contatos profissionais. “Não dá para saber quem pode indicá-lo para uma grande oportunidade de emprego”, cita o especialista. Ainda segundo ele, qualquer possibilidade de conhecer novas pessoas não pode ser desperdiçada, o que exige que os profissionais participem de eventos e encontros de sua área.

Passo 4 – Aprimore suas Habilidades para a Entrevista

A entrevista pessoal costuma ser a parte mais estressante de um processo para busca de emprego. “De qualquer forma, se o seu currículo é forte o suficiente para convencer o recrutador de que você merece uma ligação telefônica, você já é um bom candidato ao emprego”.
Com base nesse pensamento, ele considera que o candidato deve preparar-se para a entrevista de emprego como ele faria em uma prova, ou seja, estudando. Assim, antes do encontro com o potencial recrutador, deve gastar um tempo analisando quais as possíveis perguntas que deverá responder. Além disso, precisa pensar em questões que pode fazer, com o intuito de demonstrar interesse pela vaga e mostrem que se preparou para a conversa.

Passo 5 – Seja um Concorrente Agressivo

“Isso se aplica a qualquer momento da busca de emprego. Sempre, seja proativo e investigue as empresas para entender as necessidades de contratação delas”. “Algumas vezes, isso significa ser determinado – mas educado – em uma entrevista, em vez de ficar enrolando quando você precisa responder a uma questão”.
Acima de qualquer coisa, ser um concorrente agressivo significa dedicar um tempo extra para preparação e análise de todas as fases do processo de emprego. “Se você está realmente preocupado em conseguir um trabalho rápido, invista na busca da vaga, em escrever um currículo adequado e em procurar o apoio necessário para fazer uma boa entrevista”.